Histórias em Quadrinhos • DS.art.br

Daniel Pereira dos Santos

História de Ninar

3 exposições sagazes e comedidas

História de Ninar

Um conto de Jeffrey Whitmore
Adaptado para HQ online por Daniel Pereira dos Santos


Até logo!

Coisa que não curto é entrar num site e ver que ele não é atualizado há um tempão e nenhuma informação a respeito do seu abandono. Eu mesmo já fiz isso – logo que criei este site, deixei-o à sorte, sem nunca publicar nada nele, por mais de ano. Bom. Dessa vez não vai ser assim.

Uma das minhas mais felizes idéias que já tive foi a de retornar a desenhar depois de velho. Quando fiz 10 Centavos prometi (a mim mesmo) fazer umas dez ou quinze páginas por ano. Acabei fazendo mais quando retornei com Muertos (estou livre dessa, graças ao bom Deus) e não quis largar o osso. Viciei. Mas é hora de dar um tempo. Tentei levar o quanto pude, mas não adianta eu me enganar… tudo anda meio tumultuado e não tenho como levar isso aqui adiante. Há meses não publico uma HQ online com mais páginas e não existe perspectiva alguma que isso mude dentro em breve.

Abomino a idéia de deixar este site largado à sorte, mas é a vida. Espero que não seja definitivo. Posso voltar mês que vem. Ou no próximo ano. Ou nunca. Vou colocar um aviso da hibernação deste endereço aos incautos. Já mudei prum servidor baratinho e… se um dia eu tiver saco, faço o site rodar como rodava antes. Mas é mais provável que ele vá pro espaço mais dia, menos dia.

Agradeço a todos os visitantes deste período. 99% caiu aqui sem querer, mas sou eternamente grato aos 1%, que acompanharam meu trabalho, xingaram, comentaram e aos poucos – e bons : D, que o aprovaram. Vou sentir falta de todos vocês.

Obrigado a todos e…

Portão 6

Portão 6

Só pode ser praga. E é com o Oggh! Eu sempre travo num texto dele (foi a mesma coisa com esse aqui)! Terceira versão da mesma página. Vamos ver se eu me agrado dessa vez – em 10 Centavos a terceira versão é a que foi impressa. De repente tem a ver com a 3ª vez que eu faço a mesma coisa… Bueno. Nessa aqui fui prum lado mais de ilustração para literatura infantil. Tava planejando isso puma HQ futura, mas depois das conversas com Gus Morais decidi aplicá-la aqui. O negócio é virar ilustrador de livro infantil! Bueno. Até daqui um mês. Espero que já com a segunda página. E que eu não leve seis anos para terminar esta história em quadrinhos…

Acompanhe as atualizações destes quadrinhos por aqui.

A quem interessar possa…

Muertos esgotou, todavia vez ou outra perguntam onde comprar esta história em quadrinhos, por e-mail. Não tenho mais nenhuma edição impressa, juro.

Mas não se desespere: você pode adquirí-la na livraria TexBR ou na HQ Mix Livraria, em sampa (cadê o site, Gual? :D ). Há também edições em poder do Quarto Mundo – então o negócio é entrar em contato com eles.

Mas você pode lê-la inteira como HQ online. De graça.

Aproveitando… a HQ 10 Centavos também não existe mais também na versão impressa – mas tem a webcomic.

E não, não fiz nenhum outro fanzine impresso.

A quem interessar possa, claro.

Decifra-me ou não te leio

Eu tenho uma quantidade de acessos absurda. Ao menos para a média de sites de quadrinhos. Eu acho, ao menos. Não – não é um milhão por dia. Eu sou apenas um babaca desconhecido. Agradeço a todos que visitam o babaca desconhecido que vos escreve.

Abri este site prá publicar 10 Centavos online. E abandonei. Voltei (mais de ano depois?) com Muertos. Depois de Muertos o site alcançou uma quantidade de visitantes diários que anteriormente só alcançava em 3, 4 meses.

Com Nada a Perder, está sendo maior ainda a visitação. Não confunda visitas com pageview/páginas visitadas/hits. Pesquise no Google para saber qual a diferença. É capaz de dobrar a quantidade de visitantes com a HQ do sr. A. Moraes (mérito do sr. Moraes).

Hum. E daí? Quero me exibir? Cadê os números? Onde estão as provas?

Do início. Fiz 10 Centavos e Muertos por passatempo. Diversão. Queria ser visto por mais gente que as versões impressas permitiriam, claro, e por isso fiz o site – mas a realidade que me trazia ao chão, apontava que não seria muito mais que isso. E, em Muertos, até que foi. Antes que me joguem pedras sobre exibimento, quem não quer ser notado sequer fala. Ou escreve. E muito menos desenha.

Todavia, lentamente, comecei a levar a sério a parada. E o primeiro ponto destoante que percebi foi a quantidade de comentários a cada página publicada. Ok, o Google Analytics (uso 3 sistemas de estatísticas diferentes – sou um doente, eu sei) me avisa quantas pessoas vieram, prá onde foram e por quanto tempo ficaram – ele até compara com sites de perfis semelhantes. Está tudo um mar de rosas segundo o Google.

Mas e os comentários?

A quantidade de comentários não batem com a quantidade de acessos e tempo que o leitor fica aqui pelo site – e mais uma vez, agradeço a você por isso. Não, não espero que escrevam: “você é ótimo”, “é o melhor trabalho que já li” ou megalomanias do tipo. Mas percebi a falta do “li”, do “ok”, do “legal saber que seu trabalho existe” (é uma bela duma porcaria, mas existe). Ou mesmo as pedradas – “que porcaria”, “nunca vi algo tão ruim” etc para manter um determinado verniz social. Pessoal, vocês podem não gostar de detrminado trabalho, mas expor suas opniões em baixo calão é se rebaixar mais que o trabalho porco que você odiou.

Fui olhar à volta.

Vejo que muito do que é publicado por aí – impresso ou digital, é feito no amor, na paixão. Inclua-me aqui. E como tal, encontram outros enamorados que acabam por se juntar em tamanha paixão não-correspondida. E daí pululam os comentários nos fotologs, blogs e sites da vida: “ótimo”, “fantástico”, “você é o cara”. O pessoal que comenta são outros ‘produtores’ (escritores, desenhistas, editores etc). E mais que amigos, são seus parceiros na produção – no fim, estes são responsáveis por boa parte do cara continuar trabalhando feito um camelo, sem ganhar nada, fazendo suas histórias em quadrinhos por puro prazer. Tenho absoluta certeza que todos estes colegas que comentam não são apenas lembrados, mas também estão na preces diárias de cada “dono de um site”. Estão nas minhas preces, ao menos.

Mas… e o ‘apenas leitor’? Aquele que não produz HQ e acabou no seu site, para ler seu trabalho? Onde estão seu comentários de “primeirão”? Eu mesmo pouco comento em sites alheios, então não espero que façam diferente de mim. Mas este tipo de comentário é importante se você começa a levar a coisa a sério. Eu não levo – mas algo em meu espírito começa a principiar o contrário. O ‘apenas leitor’ possui peso fundamental. Se não há comentários de vocês (ou deles – agora me confundi) significa que você (ou eu, no caso) está no caminho errado. Porque nem o trabalho de dizer que estava ruim, seu leitor quis escrever no site, post etc.

E aí – você está nos quadrinhos por ego ou por alcançar leitores do seu trabalho? Leitores das histórias que você conta. Em quadrinhos.

Bom, seja qual for meu caminho, obviamente estou no errado.

Nada a Perder

Estava lá eu, num belo dia, angustiado por qual próxima HQ começar.

Sei que queria testar novos estilos, voltar as linhas e aos cenários que o alto contraste das histórias em quadrinhos 10 Centavos e Muertos não me permitiam. Queria também me livrar daquela diagramaçãozinha quadradinha e certinha destes dois trabalhos.

Pensei em engatar um novo projeto do tamanho da webcomic Muertos, mas sinceramente não me deu tesão. 40 páginas de HQ online? Blérgh.

Fui em busca de algo menor. Medo. A gente nunca sabe o que pode acontecer numa situação destas. Já escrevi bastante sobre isso. Implorava uma coisa: que o texto já estivesse pronto. Vá que eu não terminasse o projeto, o argumentista (roteirista?) não me mataria por isso. Um escritor (ok, escritor) mandou prontamente o roteiro de uma HQ de oito páginas – o sr. A. Moraes.

Era um argumento/roteiro, daqueles com descrição quadro-a-quadro, que eu tenho pânico de fazer (sempre disse que eu era um beócio com graves limitações).

Exigências dele? Que eu o adaptasse da forma que eu quisesse. Sem restrições. Que tornasse estes quadrinhos tão meus quanto dele. “Arte seqüencial é colaboração”. Palavras dele. O que mais? Nada. Nenhuma observação. Nadica. Aliás, uma: que eu me sentisse à vontade para quaisquer experimentações – e era justamente o que eu buscava.

Assim é muito fácil trabalhar com alguém. Sem exigências, sem promessas. Mantendo a expectativa dentro de nossas realidades. Assim temos todos muito a ganhar.

Ou mesmo nada a perder.

Navegação dentro do post

Teste de navegação de histórias em quadrinhos dentro do post. Na mesma página.

Neste post a primeira página é da HQ online Muertos. A seguir uma página da webcomic Exploradores do Desconhecido. A terceira página é de história em quadrinhos 10 Centavos.

Exemplo para demonstrar o funcionamento deste webcomic browser dentro de um mesmo post e utilizando formato de páginas diferentes. Observem que coloquei o todo o menu apenas na parte inferior… todas as imagens estão hospedadas fora do site ds.art.br – que era uma das minhas necessidades. Claro, nada impede das imagens estarem hospedadas no próprio site – fiz isto para reduzir minha taxa de transferência no servidor.

Agradeço a Jean Okada pela permissão de utilizar as imagens de sua HQ.

A descrição completa, como instalação e funcionamento, você encontra aqui.

A hora do tufo

Ou: Muertos está na gráfica.

Até quinta está na minha mão. Por vezes faço coisas que nem sei porque faço. Acho que é o caso.

A HQ está online. Gratuita. Logo estará concluída. Porque diabos alguém pagaria para tê-la impressa? Particularmente não creio que venda coisa alguma – por isto serão poucos exemplares. Devo acreditar que é um investimento. Investimento… Interessante escolha de palavras. Não sou o único. Muitos fazem o mesmo que eu. A maioria que importa, mais e melhor do que eu. Por que eu insisto? Tanta gente precisando e eu jogando fora um rico dinheirinho.

A partir de sexta começarei “a venda”. Na próxima semana vou sortear alguns exemplares de graça. Vou vender poucos números – meia dúzia, na verdade. É um “lavar as mãos”. Prá não dizerem que não vendi – como foi o caso de 10 Centavos.

(Poutz. Até hoje me xingam porque não tenho exemplares de 10 Centavos – ou porque não vendi. Bom. Taí a chance prá Muertos. Até sexta, mais detalhes.)

Acho que depois desta novela, I can go home, como diria Donald.

Enquanto isso, 24ª página de Muertos.

Sabe o que é mais engraçado?

Acho que jogaria fora o dobro do que gastei, do meu rico dinheirinho.

Ganhadores do HQ Mix 2008

Não olhem prá mim, eu nem tava concorrendo. 10 Centavos não entrou, mas até entendo porquê. Eu não existo. Nem este site existe. Cuidado. Você também pode não existir. Huehuehue. Acho a premiação bastante justa e legítima, apesar de ainda me perguntar como seus votantes escolheram a maioria do ganhadores, só posso desejar meus mais sinceros (e invejosos) parabéns ao vencedores do 20º Trófeu HQ mix.

Segue a lista (o Quarto Mundo matou a pau):

  • Desenhista Nacional: Spacca (D. João Carioca)
  • Desenhista Estrangeiro: John Cassaday (Planetary)
  • Roteirista Nacional: Wander Antunes (O corno que sabia demais, A boa sorte de Solano Dominguez)
  • Roteirista Estrangeiro: Alan Moore (Lost Girls)
  • Desenhista Revelação: Jozz (Zine Royale)
  • Roteirista Revelação: Cadu Simões (Homem-Grilo, Nova Hélade, Garagem Hermética)
  • Chargista: Angeli (Folha de S. Paulo)
  • Caricaturista: Baptistão (O Estado de S.Paulo)
  • Cartunista: Allan Sieber
  • Ilustrador: Kako
  • Ilustrador de livro infantil: Daniel Bueno (Fernando Sabino na sala de aula, da Panda Books)
  • Publicação Infantil: As tiras clássicas da Turma da Mônica (Panini)
  • Publicação de Clássico: Um contrato com Deus e outras histórias de cortiço (Devir)
  • Publicação de Humor: Piratas do Tietê – A saga completa (Devir)
  • Publicação Mix: Pixel Magazine
  • Publicação de Terror: Black Hole (Conrad)
  • Publicação Erótica: Lost Girls (Devir)
  • Revista de Aventura: Lobo Solitário (Panini)
  • Publicação de Tiras: O mundo é mágico – As aventuras de Calvin & Haroldo de Bill Watterson (Conrad)
  • Edição Especial Nacional: Laertevisão (Conrad)
  • Edição Especial Estrangeira: Persépolis Completo (Companhia das Letras)
  • Minissérie: Fábulas – 1001 Noites (Pixel)
  • Publicação sobre Quadrinhos: Mundo dos Super-heróis (Europa)
  • Publicação Independente de Autor: Menino Caranguejo # 1
  • Publicação Independente de Grupo: Quadrinhópole # 4
  • Publicação Independente Especial: O Relógio Insano
  • Publicação Independente de Bolso: Juke Box # 4
  • Projeto Gráfico: Laertevisão (Conrad)
  • Álbum de Aventura: 300 de Esparta (Devir)
  • Publicação de Charges: Urubu, de Henfil (Desiderata)
  • Publicação de Cartuns: Assim rasteja a humanidade, de Allan Sieber (Desiderata)
  • Livro Teórico: Desenhando Quadrinhos, de Scott McCloud (M. Books)
  • Tira Nacional: Níquel Náusea, de Fernando Gonsales
  • Projeto Editorial: Laertevisão (Conrad)
  • Animação: Turma da Mônica – Uma aventura no tempo, de Maurício de Sousa
  • Exposição: Ziraldo – O eterno Menino Maluquinho, no Salão Carioca, no Rio de Janeiro/RJ
  • Evento: 5° FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos
  • Salão e Festival: IX Festival de Humor e Quadrinhos de Pernambuco
  • Adaptação para outro veículo: 300
  • Web Quadrinhos: Malvados – André Dahmer
  • Site sobre Quadrinhos: HQ MixUniverso HQ
  • Blog sobre Quadrinhos: Blog dos Quadrinhos
  • Blog / Flog de artista gráfico: Rafael Grampá
  • Site de Autor: José Aguiar
  • Articulista de Quadrinhos: Paulo Ramos (Blog dos Quadrinhos)
  • Editora do ano: Pixel

HQ Mix Os prêmios listados abaixo foram indicados pela comissão organizadora.

  • Publicação de Caricaturas: É mentira, Chico?, de Ziraldo (Editora Resultado)
  • Grande Contribuição: Borba Gata, de Luiz Gê, que pintou uma HQ sobre uma manequim de vitrine; o coletivo de quadrinhistas independentes 4º Mundo e o utilíssimo Guia do Ilustrador, de Ricardo Antunes, que pode ser baixado gratuitamente na internet
  • Grande Mestre: Yppe Nakashima, Fernando Ikoma, Paulo Fukue, Roberto Fukue e Minami Keizi (é a primeira vez que o troféu homenageia cinco artistas de uma só vez, todos são de origem japonesa – Julio Shimamoto e Cláudio Seto já foram laureados anteriormente)
  • Homenagem: Ivan Reis, pelo reconhecimento ao trabalho realizado no mercado norte-americano de super-heróis (foi eleito, inclusive, o melhor desenhista do ano, pela Wizard)
  • Tese de Graduação: Na Bodega, Colóquio Ilustrado, de Gil Tókio, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
  • Tese de Mestrado: O desenho moderno de Saul Steinberg: obra e contexto, de Daniel Bueno, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo
  • Tese de Doutorado: O fato gráfico – O humor gráfico como gênero jornalístico, de Jorge Arbach, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

- Fonte: Universo HQ

Quadrinhos dominicais

Como fazer uma história em quadrinhos

  • Então você pensa em ser desenhista de HQ? Então NÃO visite a galeria com os trabalhos de Shiko. Se depois de visitar, você jogar seus rabiscos fora e optar por ser advogado, a culpa não é minha. Uma vez escrevi pro Shiko. Nunca respondeu. Uma pena.
  • Ok. Você é daqueles que não se importa taaaanto com desenho, mas o importante é a mensagem, um lance mais autoral. Bom, péssimas notícias: o Gus Morais já faz isso. Quando vi este trabalho, os piores impropérios surgiram na minha cabeça. E eu conheço muitos impropérios. Se ele faz trabalhos melhores que você? Bom… acessa lá por sua conta e risco – agora se depois correr em prantos pros braços da mãezinha, nem me viu…
  • Calma, não desista ainda. Você tem que ser forte, seguir em frente. Ser Zen. Zen chance de zer tão bom quanto quanto ezte cara. E tá vindo livro novo aí, geeeente!
  • Falando em boa pedida, o dono do Contos em Quadrinhos – Leandro Dóro me escreveu. Dóro achou que eu tinha feito 10 Centavos em vetor. Tá louco de fazer uma história em quadrinhos em vetor. Mas ele tem belos trabalhos vetoriais.
  • Aliás. Eu JÁ fiz uma HQ toda em vetor – a Turma do Ique. Vou ver se acho e posto na quarta-feira das quinquilharias. E o mais engraçado é que o Ique ainda por cima era cartum…
  • Caso não saibas, não sou muito de cartum: sou bem perseguido por não apreciar o estilo, mas vivo tirando o meu da reta. É rindo que se ri.
  • Quem se diverte às minhas custas é o sr. Moraes. Inclusive é curioso que ele insista que eu trabalhe com roteiros descritivos para HQs. Até largou a idéia por alto de trabalharmos juntos… vou pedir para ele perguntar pro sr. Danton o que ele acha da idéia.
  • Aliás – fazer fiasco com o sr. Moraes depois dele ter trabalhado com o sr. Okada? Falasério! Autocrítica é algo que não me falta.
  • Tô até famoso, o próprio sr. Diniz já está falando dos profissionais traíras.
  • Antes que algum engraçadinho se pronuncie – eu não sou profissional, não se esqueçam. Ao menos nunca ganhei um real com quadrinhos. Mas já gastei e perdi vários. Vou gastar ainda mais. Espero perder cada vez menos.
  • Finalizando: falei sobre a Prismarte dia destes e comentei sobre um conto do supra citado sr. Moraes. Este cara vai virar sócio do blógue daqui a pouco… Eis Viola e outros textos do ilustre autor. Boa dica para quem procura contos e quadrinhos para desenvolver um projeto.
  • Levei um pito do sr. Valcir. A carta que ele me escreveu não é padrão.
  • Graças ao Bigorna, recebi também um link do Impulso HQ. Meu muito obrigado ao sr. Renato Lebeau.
  • A FNAC divulgou o regulamento final do Prêmio FNAC Novos Talentos – Edição 2008 HQ. Realmente os “apenas escritores” ficaram de fora. Visto a qualidade do prêmio e respectiva organização do evento, definitivamente não entendo esta decisão… Que colocassem então só cartunistas e retirassem o termo ‘HQ’ – porque visto as restrições e o juri, não acredito que um trabalho que fuja do cômico tenha alguma chance de ganhar… Uma história em quadrinhos que não seja engraçadinha e que tenha alguma mensagem em uma página? Rá! Só se for daquele tipo poesia ou viagem…
  • Sobre concursos: você não quer levar uma porrada de gibis na faixa? Então participe da Promoção Quarto Mundo com Café (Espacial).
  • Ô post miserável que não acaba mais. Estou morto. Hm. Acho que já vi isto antes