Histórias em Quadrinhos • DS.art.br

Daniel Pereira dos Santos


Webcomics

  • Impressionante o trabalho de Erick Carjes: Entidade.
  • Álvaro Áspera, Filipe Alves, Ana Afonso e Joana Hartmann nos trazem um belo discurso sobre a servidão voluntária.
  • “Sara Franco não se pode classificar, propriamente, como autora de BD, ela é uma designer que gosta de banda desenhada [...] Desse seu gosto, e do meu desafio, nasceu The Red House Street
  • Aliás – no site Fanzines de Banda Desenhada se encontram bons trabalhos. Gostei muito d’O Gato, de Vidazinha e Hugo Teixeira. Tem também uma gozação sobre o Homem de Aço digno de nota. Hm. Melhor ir lá e fuçar… senão vou acabar linkando todo o site.
  • Mauricio Santoro (esse cara tá em todas) e Nemo (…) nos trazem 240. Com direito a storyboard e tudo. Curti tanto o trabalho que fui ver quem era o tal Nemo e descobri (pesquisando no meu próprio site!) que era o Rodrigo Nemo – que já passou por aqui. Fui no site dele e tomei uma baita surpresa! Valeu demais, Rodrigo, de coração!
  • Quanta volta, hein? Isso que eu gosto na internet.
  • Marcello Quintanilha, através da revista Zé Pereira (que não conhecia, mas vou começar a acompanhar), apresenta Pai Doce, Eu era o fenômeno da minha classe, Batalha de flores e Ave Maria cheia de graça. Nossa. Esse Quintanilha me lembra muito o Gaú. Marcello Gaú sempre me desestimulou a fazer meus quadrinhos.
  • Por fim, André Caliman nos trás em uma situação Sem Volta. Tenho impressão de já ter visto os trabalhos deste sr. Caliman. Devem ter sido por estas avenidas vida afora.

25º Prêmio Angelo Agostini 2008

Mais um AA da AQC-ESP. Estive lendo a respeito, falando a respeito e pensando a respeito do Angelo Agostini.

Hora de escrever a respeito.

É interessante como se levantam dúvidas a respeito desta ou daquela premiação – não estou falando só do AA ou mesmo do HQ Mix – mas de todo o tipo de concurso, prêmio etc. Eu mesmo, com telhado de vidro, já joguei minhas pedras. Estupidez, eu sei – pensei até em apagar os posts, já que não concordo mais com estas opiniões passadas, mas gosto de demonstrar como sou ignorante. Gosto de pensar que evoluo com isso.

Voltando. Sinto que na verdade toda premiação é, de certa forma, injusta. E ao mesmo tempo, inquestionável. O que mais leio é que, tanto o Angelo Agostini quanto o HQ Mix (e aqui só me refiro ao obscuro mercado nacional inexistente), só elegem os amigos, as rodinhas, o grupo queridinho da vez. Concordo, mas ao contrário do que se possa concluir, acho isto justíssimo.

Antes de justificar, imagine a seguinte situação: uma premiação fechada – com um juri selecionado e com regras claras do que e como será o julgamento (não, nenhum dos dois maiores prêmios nacionais de quadrinhos possuem estas características). Você deve conhecer um ou outro concurso assim – não escrevo agora só de quadrinhos. É usual neste tipo de evento ter também o “juri popular”. Pode ser loucura minha, mas raramente vejo a escolha do juri “oficial” casar com a dos apreciadores (o popular) de qualquer objeto julgado. Por que?

Voltando de novo. Eu realmente acredito que o Angelo Agostini e o HQ Mix elejam aqueles trabalhos que seus autores possuam mais contatos, divulgação, entrosamento com seu público e círculo de trabalho. Estes “amigos” que votam, não necessariamente na melhor obra, são pessoas que leram seu trabalho, que tiveram afinidade com ele ou com o próprio autor – ou mesmo lembram do nome do cara pela sua longa jornada de trabalho sem ganhar um centavo com isto. É errado isso? Eu não acho – os autores que já levaram algum prêmio, de uma forma ou de outra, batalharam para isto. Talvez os melhores trabalhos – sob um ponto de vista qualquer, não levem esta ou aquela medalha (e se preocupar com isto é besteira), mas não levar um Angelo Agostini é prova que não estão em sintonia com determinado público leitor  – ou não o suficiente ainda para ser o mais votado.

No Angelo Agostini todos podem participar – gente comum que não fora seletamente convidada nem faz parte de um juri oficial. Você e eu. E todos nossos amigos!

Cara – e isso pode ser besta prá caramba, mas como é bom poder participar e ter amigos!

Segue a cédula de votação do 25º Prêmio Angelo Agostini 2008, copiada e colada do Bigorna. Prestigie, vote, boa sorte e parabéns aos futuros ganhadores!

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Em fevereiro de 2009 realizaremos o 25º Dia do Quadrinho Nacional, com a entrega do Prêmio Angelo Agostini. Podem participar todo quadrinhista (profissional ou amador), estudioso, colecionador ou aficionado pelo Quadrinho nacional, basta preencher a cédula e enviar para a caixa postal da AQC-ESP, para os endereços eletrônicos: votacao@aqc-esp.com.br e angeloagostini@bigorna.net, até 05 de janeiro de 2009 (se não quiser ou não souber, não há a necessidade de votar em todos os itens). Feita a apuração, os vitoriosos serão homenageados, com direito a uma exposição, troféu e muita badalação. O resultado final e o local da festa serão divulgados no final de janeiro em revistas, em jornais de circulação nacional, no site da AQC-ESP, no site Bigorna.net e no QI.

Os critérios
Existem seis categorias no Prêmio Angelo Agostini. Na categoria Mestres do Quadrinho Nacional deve se votar em TRÊS artistas que tenham se dedicado aos Quadrinhos, pelo menos nos últimos vinte e cinco anos.
A lista de grandes profissionais que podem ser lembrados e votados para o prêmio de Mestre do Quadrinho Nacional é a seguinte:

DÉCADA de 50: Fernando Lisboa.
DÉCADA de 60: José Meneses, Mario Jaci, Luiz Meri, Kazuhiro, Wilson Fernandes, Dag Lemos, Manoel Ferreira, Maria das Graças Maldonado, Marcos Maldonado, Francisco de Assis, Nilzon Azevedo, Lucaz, Edmo Rodrigues, Fernando Almeida, Josmar Fevereiro, Edgard de Sousa, Antonio Martins, Manuel Nunes, Joseval e Clip Pop.
DÉCADA de 70 e 80: Osvaldo Sequetin, Nelson Padrella, Wanderley Felipe, Ailton Elias, Eduardo Vetillo, Bira Câmara, Altair Gelattti, Sebastião Seabra, Deodato Filho, Gustavo Machado, Rodval Mathias, Itamar Borges, Mozart Couto, Watson Portela, Emir Ribeiro, Alain Voss, Henrique Magalhães, Sergio Morettini, Julio Emílio Braz, Franco de Rosa, Novaes, Toninho Lima, Elmano, E. C. Nickel, Cesar Lobo, Francisco Vilachã, e Pedro Mauro Moreno.
FANZINES: José Agenor Ferreira, Aimar Aguiar e Gutemberg.
ESTUDIOSOS: Dagomir Marquezi e Sérgio Augusto.

Evidente que podemos não ter lembrado de algum artista, mas que você considerá-lo para a votação incluindo-o na lista.

Nas categorias de Melhor Desenhista, Melhor Roteirista e Melhor Cartunista deve se apontar qualquer profissional ou amador que esteve em atividade durante o ano de 2008. Procure folhear revistas, consultar coleções e se informar. Não esqueça dos profissionais que desenvolvem seu trabalho nos grandes estúdios, como o de Mauricio de Sousa, que têm seus nomes poucos divulgados. No Melhor Fanzine é considerado o título publicado durante o ano de 2008 (mesmo que exemplar único), que seja caracterizado como fanzine, ou seja, com informações, notícias, resenhas ou notas sobre Quadrinhos. Não confundir com revistas em Quadrinhos independentes, que podem ser votadas na categoria de Melhor Lançamento.

Já no Melhor Lançamento valem todas as publicações com produção de artistas nacionais que tiveram seu número 1, exemplar especial ou número único lançado em 2008, para o mercado brasileiro. Para ajudar a escolha publicamos uma lista de revistas que saíram neste ano. Evidente que podem surgir novos lançamentos e publicações que não estão na lista, nada impede que você vote numa outro exemplar, indicando a editora ou o editor. Finalmente, o Prêmio Jayme Cortez vai para quem tenha incentivado nossa arte através da divulgação, edição, promoção ou qualquer ação que tenha aberto espaço para o Quadrinho nacional, também durante o ano de 2008.

Lista de Lançamentos de 2008
Nessa lista você encontrará o nome do lançamento seguido do nome da editora ou do editor independente. A lista está colocada de maneira aleatória, sem preferência ou favorecimento. Caso você conheça algum outro lançamento que não esteja relacionado, vote nele, indicando a editora ou o autor.

Lançamentos de 2008
Ju & Jigá – Marca de Fantasia
Você Sabia? – Marca de Fantasia
F.D.P. #1 – Leonardo Santana
Almanaque Especial Turma do Menino Maluquinho #1 – Globo
O Mensa #1 – Assis Lima
Mesmo Delivery – Desiderata
Blenq #1 – Júpiter II
Quadrante Sul #1 – Denílson Reis
Tempestade Cerebral #1 – Alex Mir
Almanaque Bidu e Mingau #1 – Panini
Rock Animal #1 – Abril
Níquel Náusea, em Boca Fechada Não Entra Mosca – Devir
Encarnação do Demônio – Conrad
Vale-Tudo – Opera Graphica
Macambira e Sua Gente – Marca de Fantasia
Boca do Inferno #1 e 2 – José Salles
O Bom & Velho Faroeste #1 – José Salles
Depois da Meia-Noite #1 a 3 – Laudo Ferreira Jr.
Entidade Zero ½ do Fim – Editora MRD
Graficsex – Charles Souza
O Circo de Lucca – Devir
Tina e os Caçadores de Enigmas #1 – Panini
Virtualzinho #1 – Internauta
Momochico #1 – Panini
Horizonte Zero #1 – Emanuel Thomaz
Informativo Quarto Mundo #0 e 1 – Daniel Esteves
Níquel Náusea, Tédio no Chiqueiro – Devir
Lorde Kramus #1 – Gil Mendes
Parafuso! – Emanuel Thomaz
Penitente #1 – Lorde Lobo
Caricaras #1 – Erico San Juan
Se Deus Fosse Uma Mulher #1 – Michael Kiss
Velta 35 Anos – Emir Ribeiro
Metrópoles – Marca de Fantasia
Happy Slap! – Marca de Fantasia
Chutando Cachorro Morto – Elvis Almeida
Clima #1 – Chagas Lima
Jornal Caricaras – Érico San Juan
Mariazinha em Verso & Prosa – Fabio Turbay
Papo Casal – Ronaldo Rony
Salão de Humor de Volta Redonda – Sec. Mun. Cult. Volta Redonda
The Zoo #1 – Michael Kiss
Almanaque Histórias de Três Páginas Turma da Mônica #1 – Panini
Muertos – Daniel Pereira dos Santos
Senninha e sua Turma #1 – HQM
FanSign #1 – Núcleo de Ilustração e Quadrinhos
O Espetacular Homem-Caveira #1 – Fator RHQ
Murassaki #1 – Cristiane Armezina
Crono 4 #1 – Pedro Yuiti
Níquel Náusea, Minha Mulher é uma Galinha – Devir
Necronauta #1 – Danilo Beyruth
Almanaque Você Sabia? Sítio do Picapau Amarelo #1 – Globo
Plinc – Beto Meneses
Senninha e sua Turma – Ayrton Senna, um Herói Brasileiro – HQM
Icfire #1 – Chagas Lima
Sangue Latino – Grupo PADA
Projeto Leitor #1 – Cristiano Silva
Quadrinhópole – Leonardo Melo
Avenida - André Caliman
Conseqüências – Caio Majado
N’Roll – Roadie Crew Editora
Filé – Editora MRD
Tina Especial  #1 – Panini
Hu-Quan #1 – José Salles
Katita Humor & Malícia – Anita Costa Prado
Lâmia #1 – Roberto Hollanda
Tokyoaki #0 – Vermis
Os Doze Trabalhos da Mônica #1 – Panini
Medley – Editora MRD
O Melhor de Crânio #1 – Francinildo Sena
As Melhores Tiras do Gatão #1 – Edson Gonçalo
Nob – Vinícius Mendel
Patacoadas #1 – José Salles
Turma da Mônica Jovem #1 e 2 – Panini
A Era de Bronze dos Super-Heróis – HQM
Personagens dos Gibis Especial #1 – José Salles
Subversos #1 e 2 – Alexandre Manoel
Tiras de Letra Até Debaixo D’Água – Editora Virgo

Preencha a cédula e envie para nosso endereço: AQC-ESP/ Worney Almeida de Souza Caixa Postal 675 - CEP 01059-970 – São Paulo (SP) ou para os endereços eletrônicos: votacao@aqc-esp.com.br e angeloagostini@bigorna.net (se for enviar por e-mail, copie a cédula completa, cole no e-mail e preencha). O prazo é até 05 de janeiro de 2009. Vote na categoria de Mestres do Quadrinho Nacional em TRÊS nomes e nas outras categorias vote em DOIS nomes, indicando 1º 2º lugares.

Participe e prestigie o Quadrinho nacional e seus artistas!

CÉDULA 25º Prêmio Angelo Agostini 2008 AQC-ESP
MELHOR DESENHISTA DE 2008
MELHOR ROTEIRISTA DE 2008
MELHOR LANÇAMENTO DE 2008
MELHOR FANZINE DE 2008
PRÊMIO JAYME CORTEZ
MELHOR CARTUNISTA DE 2008
MESTRES DO QUADRINHO NACIONAL

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Avenida

Avenida #01 e #02 | Março e Julho de 2007 | 32 páginas | 17cm x 25cm | capa colorida e miolo preto & branco

André, Rui e Wellington.

Três amigos. Gostam de quadrinhos e decidem fazer uma revista. O que fazer, como fazer? Qual abordagem?

Acho que fora este o ponto de partida do independente Avenida. Ou ainda como a primeira edição apresenta:

Seja bem-vindo a Avenida. Seria um lugar comum se não fosse os acontecimentos e histórias que o tempo deixou para trás, as pessoas que nela vêm e vão diariamente, os segredos e mistérios guardados atrás de cada parede e em cada esquina.

Há mais de quinze anos atrás, meu irmão – Alexandre, entrou no “ramo de fanzines”. Acabei indo junto. E lá se foram o Informativo Perry Rhodan, (não lembro o nome do meu outro zine, acho que era) Fã Zine e Caos. As coisas eram simples, porém mais trabalhosas na edição de um exemplar. Tinha um doisoitomeia, era tudo na base de redução de xerox e as cópias não ultrapassavam trinta ou cinquenta cópias. Hm. Acho que o IPR passou disso.

Hoje, com a revista independente Avenida, vejo como as coisas mudaram. Mesmo tendo comprado nas últimas semanas mais de dez (apenas dez?) edições independentes, Avenida se destaca também em seu cuidado gráfico. Explica-se: Wellington trabalha no meio da produção gráfica, por mais que ele deva (re)negar isso. Com impressão, papel e design ímpares – Avenida já deixa, de largada, a maioria das edições que se encontra em bancas no chinelo. E pode botar as grandes editoras na lista. Das edições que tenho aqui, é a mais primorosa e requintada no seu acabamento. E isso, senhores, vende.

Sem querer estragar nenhuma surpresa maior, posso adiantar que a proposta da revista é que cada um dos três autores possam contar suas histórias, nos seus próprios estilos, mas que tenham algum entrelaçamento entre suas obras. Achei muito bem sacado e excelentemente resolvido.

Rui Silveira nos apresenta no primeiro número uma introdução da proposta do projeto, em um magestral texto com desenhos muito, muito bem cuidados. No segundo número vem com uma HQ que continua na brincadeira do mote da edição. Achei legal demais. Quando você chega no segundo número você já saca como funciona e é simplesmente divertido e empolgante ler a revista.

Wellington Marçal nos apresenta seu personagem Primo Biu. Os desenhos são muito bons, mas vou ser sincero: não gosto muito de humor. Não sou crítico e apenas exponho neste espaço minha opinião inválida e pessoal. Primo Biu possui excelentes desenhos e uma narrativa rápida e engraçada. Mas no humor eu sou mais daquele sarcástico, politicamente incorreto e mal humorado (ou ainda humor negro, optando chamar desta forma).

André Caliman. Escreve e desenha nos dois números. Virei fã do sr. Caliman. Comprei Quadrinhópole também – ele está lá. Vou falar mais adiante destas edições. Li o Undeadman inteiro (o arco que foi feito ao menos). E estou admirado que como ele escreve bem nas HQs do Avenida, além de seu desenho solto e pessoal. Na minha visão ele consegue se destacar numa edição de primeiro nível que é o Avenida. Apresenta José Silva – uma história em quadrinhos no ritmo policial meio clichezão na medida exata – com direito a suicídios, mortes, máfia, traições e conspirações. Bota f***! Bom demais. Agora… ser história em quadrinhos com final a ser concluído também é f***!

O que me deixa nos nervos é estas histórias com continuação. No fim tive o azar de não conhecer – ou não comprar, o Avenida antes. Mas também sorte porque logo, logo, tem o #3 que poderei adquirir. Agora imagina o pobre leitor que leu a história do José Silva, há um ano atrás e nem sabe o que aconteceu com o coitado. Ele deve odiar profundamente o Caliman por isso. Eu odiaria. Mas entendo que complicaria a proposta e a edição como um todo.

Minha nota não é 10. É 11. Se um leitor não muito acostumado com o quadrinho alternativo, independente, perguntasse qual revista eu indicaria para que começasse a ler este tipo de revista, aconselharia os Avenidas. Fácil.

Então não perca mais tempo.

Se não gostar, pode vir tirar satisfações comigo.

Enquanto isso, na batcaverna…

  • Já escrevi sobre isto e não gosto de ser repetitivo, mas vocês já leram Brasil com Z e O Homem Morto?
  • Luz, câmera: Avenida! Um mequinhófe da Avenida HQ. Comprei os dois primeiros números no Bodega. Até agora não recebi. Esta semana deve chegar. Tenho que acreditar nisso! Tenho que acreditar nisso! Valeu André Caliman!
  • Você acha que tem humor negro? Nã. Você nem conhece de verdade alguém que tem.
  • Sr. S. me xingou. Disse prá eu parar de chamar de fanzine para começar a chamar de revista. O sr. S. Não está de todo errado, mas ainda não cheguei a um consenso.
  • No caminho tinha um poema
    nunca enquanto eu passarinho
    as pedras atravancam o caminho
    são sempre poemas
    poemas no caminho
    - Boa. Aproveite e tome um café com o sr. Phillipe.
  • O passo-a-passo da Vida de Quadrinhista: passo 1 – o roteiro.
  • O sr. Genaro libera a capa do Suplemento Vaysas.
  • Você conhece o Mário? Masquemario.net? HQs e tiras online.
  • 5.12 China – 11 histórias relativas ao terremoto que matou de chinesinhos, recentemente na China (jura que foi na China?). Não sei se o desenhista é chinês, mas ele mora em Beijing e se chama Coco. Em inglês. Dica do Diego – para olhar a matéria a respeito no Blog dos Quadrinhos que na verdade tirou do Gibizada. E agora está aqui. Agora fiquei confuso. Bom. Algumas histórias bem tristes, outras chegam a ser engraçadas.
  • Falando nisso, que obras de HQ atualmente trabalham sobre a realidade do país ou de sua região? Alguém?
  • Todos sabem que o mundo fanzineiro (tá bom sr. S.), digo, mundo independente sempre foi meio underground. Ou subterrâneo mesmo, como no bom e velho portuguêz. Tu não leu errado.
  • Falando em HQ Mix – o Subterrâneo (fotolog deles) está concorrendo com Publicação Independente de Bolso, aqueles lá estão fazendo propaganda prá um concorrente do Subterrâneo, o fanzine, digo, edição independente Zine Royale (Pô, sr. S. – e agora? Os caras tem zine até no nome!!!).
  • O Laudo e o Omar fora alí, na esquina, no Clube. Esses dois estão em todos os lugares. Devem ter uma RP impressionante.
  • Já escrevi sobre isto e não gosto de ser repetitivo, mas vocês já leram Brasil com Z e O Homem Morto?

HQs online de outro mundo

Bom… despois dessa, eu nunca mais faço meus pseudo quadrinhos…