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	<title>Histórias em Quadrinhos • DS.art.br &#187; banca</title>
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		<title>Ao fazer histórias em quadrinhos&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 12:23:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Pereira dos Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[eu sempre recordo de coisas que aprendi nestes anos. Seguem as coisas: Ninguém te obriga a fazer HQs. Não, você não terá o carro do ano nem beberá aquele bom uísque fazendo histórias em quadrinhos. Ninguém vira um gênio dos quadrinhos com apenas uma obra (a mídia e a crítica pode até dizer o contrário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>eu sempre recordo de coisas que aprendi nestes anos. Seguem as coisas:</p>
<ol>
<li>Ninguém te obriga a fazer HQs.</li>
<li>Não, você não terá o carro do ano nem beberá aquele bom uísque fazendo histórias em quadrinhos.</li>
<li>Ninguém vira um gênio dos quadrinhos com apenas uma obra (a mídia e a crítica pode até dizer o contrário &#8211; mas dá meia década prá ver se o cara é lembrado).</li>
<li>A única forma que conheço para aprender a fazer quadrinhos, é fazendo quadrinhos. E muitos.</li>
<li>Cursos, técnicas e materiais não farão de você um grande quadrinhista.</li>
<li>Ninguém consegue viver de quadrinhos no Brasil (feitos e publicados aqui). Ok, não me venham com a exceção &#8211; ela deve existir para confirmar a regra.</li>
<li>Poucos vivem de HQ por mais que uns poucos anos (no mundo inteiro).</li>
<li>Podem haver vários motivos para as HQs (produzidas e vendidas) no Brasil não frutificarem, mas na minha lista não constam nem editores nem leitores. Ou &#8211; se constarem, devem ter um peso mínimo ou perto do zero.</li>
<li>Na verdade eu considero os maiores culpados os próprios autores.</li>
<li>Não, não vou justificar este último ponto.</li>
<li>As editoras não são o demônio, apenas querem o maior lucro possível com o menor custo alcançável. Como toda empresa que têm de pagar seus funcionários do próprio bolso. Em qualquer área.</li>
<li>Ninguém é obrigado a gostar do seu trabalho.</li>
<li>Nem as editoras, nem a crítica, nem os leitores são obrigados a falar (bem ou mal) de você. A única forma de ganhar (e manter) seu espaço é pelo seu trabalho. Não importa o que você fala ou pensa.</li>
<li>Ninguém é obrigado a comprar seus fanzines/edições independentes/revistas.</li>
<li>Os leitores compram o que gostam, o que consideram bom (nos seus mais diversos e subjetivos valores de &#8220;bom&#8221;).</li>
<li>Ok. A distribuição/distribuídores no país é um baita pepino.</li>
<li>O mercado de HQs existe &#8211; pode ser pequeno, mas ao olhar uma banca qualquer, os quadrinhos estão lá.</li>
<li>Poucos trabalhos são tão demorados, complexos e desgastantes quanto fazer uma história em quadrinhos.</li>
<li>Vá fazer medicina ou direito. E tenha o carro do ano e aquele bom uísque que você gosta.</li>
<li>O desenho pode ser o corpo de uma HQ. E ele deve ser atraente para a proposta que se escolhe. O primeiro olhar que gera o interesse é o corpo. Mas antes de quadrinhos é história. E a história é a alma de uma HQ. E, na maioria das vezes, amamos e lembramos por toda uma vida da alma, não do corpo. Ok, adolescentes, esqueçam o que eu disse.</li>
</ol>
<p>Ao recordar todos estes meus estimulantes (pre)conceitos, deixo o lápis de lado e vou ver TV, estudar, ler um livro. Qualquer coisa. Menos desenhar.</p>
<p>Ninguém me obriga a desenhar quadrinhos.</p>
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		<title>O Circo de Lucca</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 03:01:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Pereira dos Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Circo de Lucca &#124; Dezembro de 2007 &#124; 136 páginas &#124; 16,5cm x 24cm &#124; capa colorida e miolo&#8230; às vezes também LuCCA. JoZZ. Na primeira cruzada que tive com esta edição, ela não me atraiu muito. Canalha como sou, vejo antes desenho que coração. Os traços estavam todos lá, em uma mesma história, misturados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Circo de Lucca</strong> | Dezembro de 2007 | 136 páginas | 16,5cm x 24cm | capa colorida e miolo&#8230; às vezes também</p>
<p>LuCCA. JoZZ.</p>
<p>Na primeira cruzada que tive com esta edição, ela não me atraiu muito. Canalha como sou, vejo antes desenho que coração. Os traços estavam todos lá, em uma mesma história, misturados em técnica e estilo. Páginas coloridas e outras PB. Esquisito. O problema prá mim nem era tanto a qualidade técnica das ilustrações, mas sim que elas beiravam muito ao cômico. Tinha algo de Estranhos no Paraíso no traço, o que me deixou confuso e sendo uma obra brasileira, inseguro. Devir??? Realmente, muito esquisito. Infelizmente talvez seja o que muitos podem pensar ao folhear este lançamento &#8211; o que é uma pena.</p>
<p>Semanas depois acabei lendo uma resenha sobre o livro no Quarto Mundo. E meu preconceito ignorante se foi, substituido pela urgência em adquirir o exemplar. Corri para a banca, esperançoso que ainda estivesse lá. Estava. Após ter lido, agradeço aos céus que não a tivessem vendido. Mas espero sinceramente que venda muito e &#8211; se estiver me lendo, que seja um dos agraciados pela leitura de tão belo trabalho.</p>
<p>O livro brinca com o tema de biografia e isto me deixou intrigado. Autobiografia? O projeto vem da conclusão de curso em Desenho Industrial, que Jozz frequentou, e tem como idéia a narrativa da personagem Lucca em fazer uma história em quadrinhos. A personagem cursa Desenho Industrial. O texto revira a metalinguagem dos quadrinhos &#8211;  imagine alguns dos tópicos dos livros de McCloud e Eisner cruzando por uma HQ, mas com a orientação do autor/personagem para contar uma história. E que história!</p>
<p><em>(Metalinguagem da HQ? Putz Essa doeu. Deve ter rolado cada papo cabeça no desenvolvimento deste trabalho&#8230; zulivre.)</em></p>
<p>A história é leve, rápida e &#8211; enquanto somos levados junto com o autor/personagem na criação de seu trabalho, é muito divertida de se ler. Divertida sem ter aquele humor besta facinho. Trata muito do cotidiano do desenhista/escritor/roteirista e aí que fico me perguntando o quanto de Jozz tem em Lucca. Mas com certeza muito de Lucca ficou em Jozz. Claramente vemos no decorrer de toda a HQ o esforço e dedicação do autor na produção deste trabalho. As horas de desenho, o sacrifício em desenvolver hercúleo, inteligente e sensível projeto. Imagino a percepção sobre quadrinhos que Jozz deve ter ganho ao finalizar o Circo de Lucca. Uma percepção compartilhada a todos que a lerem.</p>
<p>Leitura obrigatória meninos. E meninas.</p>
<p>Sou formado em Desenho Industrial pela Universidade Federal de Santa Maria. Vi muita gente fazendo seu trabalho de conclusão de curso sobre quadrinhos &#8211; não foi meu caso. Eram Scott McClouds prá lá e Will Eisners prá cá. Todos reclamavam que não havia muita bibliografia. No final do livro ainda foi colocado o desenvolvimento teórico, (des)escrito, da TGI. Há boas referências e conceituações a serem exploradas &#8211; bem como a própria bibliografia que usou.  Se estiverem pensando em trabalhar na sua dissertação de final de curso com histórias em quadrinhos, a leitura do Circo de Lucca é indispensável.</p>
<p>Se quiser trabalhar profissionalmente com HQ, também.</p>
<p><a href="http://www.devir.net/jobstore/index.php?comando=detalhe&amp;codigo=4309" target="_blank">Compre a sua</a>. <a href="http://www.jozz.com.br/2008/07/09/largo-13/" target="_blank">Visite o site do autor</a>.</p>
<p><strong>* Atualização &#8211; 14/07/08</strong><br />
Bom. Aqui não é lugar de resenhas. Eu não faço resenhas. Isto é coisa de crítico e não sou um crítico. O que exponho aqui são meus achismos &#8211; minha visão sobre a experiência que tenho ao ler determinada obra. Por isso também não tenho preocupação maior em descrever a obra &#8211; seu enredo, desenvolvimento, etc. Como perguntaram, vou colocar algumas palavras extras sobre O Circo de Lucca.</p>
<p>O Circo de Lucca trata sobre algo que talvez seja familiar a todos que produzem quadrinhos: a criação de uma HQ&#8230; que faça diferença! Talvez se aplique mais a escritores (Jozz escreve e desenha a edição), mas com certeza também atinge os desenhistas, que querem seu lugar ao Sol. A trama se desenrola através do cotidiano de Lucca em busca da criação de uma personagem marcante, única &#8211; um herói. Sim. Uma personagem pode ser um herói e necessariamente não precisa voar. Imerso na preocupação de produzir um marco nas HQs (exageros incluídos), surge numa daquelas sacadas/insights inexplicáveis algo que insiste em atormentá-lo de forma onírica e engraçada: um palhaço. A trama se desenvolve em um crescente, paralelamente entre o cotidiano do artista e a construção do conceito de o que é um herói: a utilização do tema aplicada aos quadrinhos é que vem toda a brincadeira da metalinguagem genialmente sacada por Jozz. O que é uma HQ e como ela pode ser feita? O entrosamento da narrativa é ágil, muito bem construído e seu final &#8211; que obviamente não irei contar, é soberbo. Imperdível, como já disse.</p>
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		<title>Café Espacial #2</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 03:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Pereira dos Santos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista Café Espacial #02</strong> | 2008 | 60 páginas | 14cm x 21cm | capa colorida e miolo PB</p>
<p>Chegou em minhas mãos o tão aguardado Café Espacial. Tão aguardado porque simplesmente <a href="http://ds.art.br/fanzines-que-recebi%c2%b2/">amei o primeiro número</a>. Muito bem feito, muito bem pautado e organizado.</p>
<p>E foi justamente por isto que tomei um susto nesta segunda edição.</p>
<p>Não que ela tenha um conteúdo mal selecionado e nem de longe está desorganizado, pois a Café é apenas independente, não amadora.</p>
<p>Com 60 páginas, este número está 20% maior que o anterior. Mas este crescimento de espaço não fora reservado ao conteúdo referente a HQs. O que aconteceu foi o inverso. No primeiro número foram dedicadas 22 páginas à histórias em quadrinhos o que dá, descontando a capa e contracapa, 50% da edição voltada para a banda desenhada (ora, pois). Nesta edição possuímos 18 páginas de HQ &#8211; cerca de 30% da revista.</p>
<p>Se parar para pensar, não há nada de errado nisto. Mas me pergunto o que Sérgio Chaves pensou para tamanha mudança de perfil editorial. Será que ele quis tornar a Café mais aceitável, mais informativa através de seus textos, deixando as HQs em segundo nível de importância? Diria até mais comercial, pois indiscutivelmente revistas (de textos, notícias, artigos) vendem mais do que HQ. Estaria Sérgio Chaves (parece novela mexicana) tentando trazer novos leitores paras as HQs (nacional ou não) utilizando como isca o recurso de uma revista mais textual? Acompanhem os próximos capítulos. Ou não conseguiu colaboradores? Duvido muito disto porque até eu &#8211; se tivesse qualidade requerida, gostaria de estar numa revista destas. Talvez o Café Espacial esteja migrando para outro campo: o de informação E HQ, não o de HQ E informação. Sou mais deste último, mas ele não deve se preocupar, pois acredito &#8211; olhando qualquer banca, que sou minoria.</p>
<p>Mas vamos ao conteúdo.</p>
<p><em>O muro de cada um </em>- com um texto introspectivo de Alan Ledo, Eder Saragiotto nos traz uma belíssima arte de uma HQ que tive de ler duas vezes. Tá bom. Três vezes.</p>
<p><em>Amore lupus</em> &#8211; de Bárbara Stracke e Laudo Ferreira. Bárbaro. Apesar de Laudo neste número ter mudado de parceiro para os textos, sua arte continua com vigor e personalidade &#8211; até icônica. Daqui uns dias vira um Sr. Colin &#8211; este sr. com S maiúsculo; não porque morreu mas porque tenho toda a obra dele que cruzei pela frente. Com um texto competente da sra. Strack achei muito bacana esta HQ. Que o Laudo continue com este tipo e nível de trabalho!</p>
<p>Há ainda os trabalhos em quadrinhos <em>A desmemoriada</em> de Samanta Flôor, <em>A chuva</em> de Mario Cau, e <em>Dorothy</em> de Ebbios. A HQ do senhor Cau dispensa apresentações &#8211; de fato, eu já <a href="http://mariocau.com/pieces/chuva1.htm" target="_blank">havia lido este trabalho</a> (está online no site do autor) e vocês mesmos podem ver que o sr. Cau é do cauralho (ô trocadilho ruinzinho).</p>
<p>Na antiga revista tiveram textos que não li: sobre as bandas Órfãos do Governo e Biggs &#8211; até por isto não comentei a respeito. Não era o tipo que gosto de ler. Adendo: senhores eu leio Scientific American, não leio muita literatura mas me esforço para manter a média de um livro por mês, acompanho uma revista  semanal ou outra  e ainda assino dois jornais locais para dar um bizu e saber o que anda acontecendo. Ou seja: eu não leio só HQ &#8211; mas quando um assunto não me atrai, simplesmente não leio. Surpreendente, não? Hum. Por que porra (sic) estou me justificando? Nesta edição admito que estava meio desanimado a ler suas matérias, mas o fiz até para saber sobre o que se tratam e poder divulgá-las aqui &#8211; apesar de não ser meu objetivo escrever aqui nada que não seja HQ, preferencialmente nacional.</p>
<p>Há uma entrevista com <a href="http://blogdodanielgalera.blogspot.com/" target="_blank">Daniel Galera</a> onde afirma que o rótulo webdesigner (projetista web) não existe mais. Estou desrotulado. Um bom conto (quadrinizável) chamado <em>A invenção do fim</em> de Filipe Teixeira e ainda <em>The girl has the taste of paçoca on her lips,</em> de Laudo Ferreira e <em>Dificuldades no relacionamento</em> de Lean Basoli.  E para finalizar, do próprio site do Café Espacial &#8220;A edição traz também: ilustrações de Lese Pierre; a seção DiaboA4, falando sobre o escritor Lima Barreto e o o mito dos Heróis e Anti-heróis (por Lídia Basoli e Rafael Rodrigues); a seção Mais uma dose (por Talita Prado); a seção Arte revelada, com fotografias de Paula Mello; [...] e na seção Cafeína pura! entrevista com a banda The Dead Rocks (São Carlos/SP), com seu surf music/rock’n&#8217;roll alucinante!&#8221;</p>
<p>Admito que me senti deslocado &#8211; esperava quadrinhos e recebi resenhas, entrevistas, artigos e contos. Sem sombra de dúvida o próximo número irá definir (sem sombra de dúvida o KCT) o perfil da Café Espacial. Talvez o sr. Chaves ainda decida tornar seu Café um lugar de pura experimentação, hora indo prá cá, hora indo prá lá &#8211; e novamente, não há nenhum problema nisso. A questão é se ele consegurá manter fiel sua base de leitores. Espero que não demore muito para o terceiro número, que obviamente irei comprar. Mas não gostaria de estar na pele do sr. Chaves tendo tantas opções e escolhas a serem tomadas.</p>
<p><a href="http://cafeespacial.wordpress.com/comoadquirir/" target="_blank">Compre aqui sua edição</a>.</p>
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		<title>Fanzines que recebi²</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 07:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Pereira dos Santos</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Revista Café Espacial #01</strong> | 2007 | 48 págs | 14cm x 21cm | capa colorida e miolo PB</p>
<p>Na minha opinião de ninguém, este deve estar entres os três melhores fanzines &#8211; bom&#8230; este está realmente mais prá revista, do ano passado. Mesmo hoje &#8211; tendo passado o A. Agostini e em pleno HQ Mix, e que já tive mais contato com o todo que fora produzindo ano passado, esta edição é ainda uma das minhas preferidas. Foi enviada pelo próprio Sérgio Chaves que recebeu 10 Centavos pelo QI. Hoje sei que o Sérgio Chaves é um velho batalhador do meio com seu Justiça Eterna e é justamente nisso que Café Espacial #1 se destaca das demais: experiência. O cuidado com a edição surra muita (prá não dizer a maioiria) coisa feita por aí e que se encontra em bancas &#8211; linha editorial, escolha dos participantes, distribuição de conteúdo, acabamento gráfico e impressão (o papel é que podia ser uma tantinho melhor). Por isto o Café não é revista de fã &#8211; ela é indiscutivelmente profissional. Esta é de fato uma edição para se ter, guardar e utilizar como referência aos que se aventuram no mundo da auto publicação. Por fim Sérgio, levou o A. Agostini com o Justiça Eterna &#8211; merecidamente, mas ainda sou mais o Café Espacial. Espero que leve no Mix. Comprei o #2 e estou insône no aguardo da nova edição. Vamos ao que existe na primeira.</p>
<p><em>Borboleta em uma roda </em>- HQ de Chaves e Ebbios. Surpreende que este rapaz tenha também a leveza da escrita. E este é um termo bem aplicado a história. Muito bem desenhada por Ebbios é o tipo de HQ que me agrada, pessoal e sensível.</p>
<p><em>Do outro lado da rua </em>- HQ de Fábio Lyra. Eu sou Sin City. Lyra é Estranhos no Paraíso. Ou alguma coisa naquela mistura entre europeu e americano. Com desenhos bem cuidados, é um trabalho daqueles que deve-se começar a cuidar o artista, pois ele vai longe.</p>
<p><em>Sob o peso das nossas asas </em>- HQ de Dark Marcos e Laudo Ferreira. Fiquei muito tempo longe do mercado dito autoral-nacional. Aliás, afastado de todo o universo relativo a quadrinhos. Conheço o trabalho do Laudo desde que ele começou, creio eu. E fiquei boquiaberto com este trabalho. Só por este trabalho, já é um indicativo de porque ele ganhou o AA. Muito distante do que ele faz prá Tia Aninha, ao ler esta HQ, já no meio da revista faz com que tu te perguntes: putaqueopariu, mas que revista é esta?</p>
<p><em>Negrume</em>, <em>Ponto</em> e <em>Quando quiser desaparecer, prenda a respiração</em> &#8211; HQs de DW. Fiquei fã absoluto desse cara. Votei nelo no Ângelo A. Lamentei que ele não estava na segunda edição. Compraria fácil uma revista só com o trabalho deste cara.</p>
<p>A revista ainda trás os contos <em>O único</em> (Eder Saragiotto), <em>Velhos amigos</em> (Sergio Chaves) e <em>Gol de placa</em> (Lídia Basoli), um texto maluco <em>DiaboA4</em>, sobre Leminski e Niemeyer (Lídia Basoli e Rafael Rodrigues), a seção Mais uma dose (Talita Prado) e uma entrevista com Flavio Colin. Uma pausa: quase chorei nessa entrevista &#8211; quero achá-la na internet ou ainda fazer um texto inteiro somente sobre ela. Há ainda release/entrevista em <em>Cafeína pura! </em>com as bandas Órfãos de Governo e The Biggs, resenhas, mais uma ou outra (auto)propaganda.</p>
<p>Muita coisa. E todas muito, muito bem cuidadas, escolhidas e editadas. Primor é uma palavra que se aplica aqui. Chaves deveria ficar rico com esta proposta. É absolutamente lamentável que não a encontremos Café Espacial na banca. Todos os meses.</p>
<p><a href="http://cafeespacial.wordpress.com/comoadquirir/" target="_blank">Aproveite e compre aqui suas edições.</a></p>
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