Sim, eu quero comprar seu trabalho!
Ok.
Na última semana tenho feito um pedido aqui e outro lá, das minhas queridas revistas independentes, fanzines, gibis autorais etc etc etc. Mas admito que é necessário paciência e querer MUITO isso, porque dá trabalho!
Como é difícil comprar no Brasil!
Tenho conta no Banco do Brasil (ô propaganda!) e internet banking – o que puder pagar e comprar pela rede, eu faço. Quando o autor/vendedor/editor não possui conta no BB… xi, marquinhos… sou muito preguiçoso, não nego.
Dou preferência a comprar na Bodega do Leo (casa nova, hein sr. Santana? Ficou bacana!) simplesmemente por que ele tem BB. Pago até mais caro só para não ter que me deslocar até um banco (físico).
Quer vender sua publicação? Beleza! Eu quero comprar (o que me gusta em minhas preferências pessoais, of course)! Acho que muita gente como eu também quer comprar edições que vêem (esse circunflexo não caiu?) por aí, mas desistem pois o processo é complicado e penoso – faz o pedido, recebe a conta prá depósito, vai no banco, manda comprovante por e-mail puf, puf, puf. Fiz isso trocentas vezes ano passado e já não acho mais graça na brincadeira. Também sofri muito com desistência de pedidos quando vendi Muertos e compreendo porquê (e esse circunflexo, não caiu também?): o cara quer pagar pelo seu trabalho e você ainda por cima dá um cansaço no loco? Errado com certeza. Se você está lendo isso aqui e quer vender seu trabalho, existem formas de venda mais… digitais, as quais qualquer um pode ter acesso. Vou usá-las se/quando editar meu próximo fanzine.
Uma boa pedida é o PagSeguro, do UOL (ô propaganda²! Vou querer comissão, UOL – não tá a fim de patrocinar meu site?). Mesmo com as taxas, vale a pena o cara dar opção de pagamento ao leitor.
Lembrem-se: somos leitores e queremos pagar. Mas não queremos suar a camiseta prá isso.













