Histórias em Quadrinhos • DS.art.br

Daniel Pereira dos Santos

História de Ninar

3 exposições sagazes e comedidas

História de Ninar

Um conto de Jeffrey Whitmore
Adaptado para HQ online por Daniel Pereira dos Santos


Não desenhe. Quadrinize*.

Há cinco meses eu cruzei com este conto:

Bedtime Story by Jeffrey Whitmore
“Careful, honey, it’s loaded,” he said, re-entering the bedroom.
Her back rested against the headboard. “This for your wife?”
“No. Too chancy. I’m hiring a professional.”
“How about me?”
He smirked. “Cute. But who’d be dumb enough to hire a lady hit man?”
She wet her lips, sighting along the barrel. “Your wife.”

Tentei fazê-lo desta forma, desta e também desta.

Hoje, de mau humor, decidi fazer e terminar essa porcaria (porcaria o meu trabalho porque o conto é ótimo) da forma que eu podia. Meu tempo já era.

Enfim. Acho que não sou o único que passa por isso – é bastante comum eu encontrar “projetos que mudarão o mundo dos quadrinhos” que não passam de esboços ou maravilhosas ilustrações. HQ que é bom… Eu entendo, eu entendo. Também passo por isso. Mas pensando um pouco se você tem interesse em se divertir contando histórias em quadrinhos (online ou não) o importante é fazer – passar a mensagem. O humor já descobriu isso faz tempo e – mais recentemente, anda levando isso à ponta da faca – quantas webcomics você conhece que são ótimas e desenhadas com palitinhos, usam fotos etc?

A não ser que você intente trabalhar com isso, vá se divertir e pare de desenhar – quadrinize.

Eis a HQ online História de Ninar. espero que se divirta lendo. Eu me diverti fazendo.

*Podia (ou pode) ser quadrinhize. Mas acho feio prá caceta.

Sábado dos Meus Amores

Não serei hipócrita: Sábado dos Meus Amores é para poucos.

Ou ainda mais honesto: tive dificuldade em ler este trabalho de Marcello Quintanilha (quando considero algo complexo, meu ego julga que a maioria também achará).

A começar pela arte. Vigorosa e minuciosamente pesquisada, Quintanilha me leva a um passado melancólico de cores difusas. O cuidado é recompensado, a representação é tamanha que me  senti como se estivesse lá. E é justamente aí que considero uma obra ímpar em nossas terras. O autor tem um controle sobre seu trabalho que pouco se vê: cada personagem tem personalidade própria, cada história uma voz única. Raríssimo de se encontrar.

Todas as HQs possuem um recorte preciso, elegante e incômodo da realidade. Uma realidade que finje-se não existir. Seja em em lugares lúgubres comuns a grandes centros, seja na passagem de um circo por uma cidade qualquer ou ainda na mais distante praia esquecida pelo almejado temido ‘desenvolvimento’. Vejo até um certo humor no livro, que desdenha de nossas crendices, tolices e outros ices. Confronta a beleza da ingenuidade com o assombro da ignorância.

O conto que finaliza o livro resume bem estas dualidades: no mesmo ambiente há uma multidão em êxtase enquanto logo alí, ao lado, pode-se morrer por pequenos egoísmos e grandes intolerâncias. Sozinho em um descampado. A solução é correr à realidade, mesmo que medíocre – para salvar nossas vidas.

Guardei o livro na estante, aguardando pela próxima dose de realidade. Espero que eu esteja em forma para correr bastante.

Falar é vexatório. Ao se pronunciar você se desnuda, mostra quem é. O que pensa. Escrever então é deixar registrado o quão retrógrado e limitado você pode ser. Expressar-se devia ser proibido. Entretanto o fazemos mesmo assim. Seja na surdina ou na internet. Pelo simples motivo de se afirmar como indivíduo. Prometi a mim mesmo que jamais escreveria uma opinião sobre um trabalho alheio. Primeiro porque, não sendo nenhum gênio, percebe-se que não sou capacitado para tal. Segundo porque minha opinião é pessoal e, como mero leitor, escreverei apenas sobre o que eu gosto. Além do mais este achismo é um tanto comprometido, pois além de ler histórias em quadrinhos, faço meus risquinhos. Enfim, tentarei sempre ser o mais honesto e imparcial possível. Sendo que honestidade e imparcialidade, nas vias de fato, não existem.

Veja no site da Conrad

Menos do mesmo

A vida anda meio estranha e o tempo escasso. Nem comento da minha paciência. Por isso a bagaça anda abandonada por aqui. Mas minha vontade de contar histórias (em quadrinhos) continua alta. Ao contrário de ficar chorando as pitangas, estou buscando alternativas para continuar… narrando visualmente. O jeito era desenhar mais rápido… ou desenhar menos. Optei por rascunhar alguns quadrinhos com o mínimo de recursos ‘ilustrativos’ (entenda-se linhas) possíveis… mas ficou… tosco. Solução?

Cor.

Eu sempre colori uma ou outra página das histórias em quadrinhos que ajudei a produzir. Mas nunca me agradei do resultado, então nunca os postei. É difícl eu me agradar. Não me refiro aos outros. A mim mesmo. Mas admito que a cor dá um charme todo especial à criança. Ela, a cor, salva muitos trabalhos ruins (como os meus). Um exemplo do que falo está abaixo – testes com Nada a Perder que nunca passaram disso: testes.

Abaixo outra experimentação, utilizando o mínimo de risquinhos. E apelando para que a colorização me salvasse. Não salvou. Então fui prá outro estilo. Você pode verificar o resultado que adotei presta nova HQ – Um Imbecil Decididoassinando os feeds, se você se interessar em acompanhá-la.

E viva o Photoshop.

É viver

Decidi participar do Nossas Expressões. A saber: é um evento organizado pelo grêmio estudantil da universidade federal daqui – seu objetivo é apresentar a produção contemporânea da cultura local. Seria uma oportunidade a mais de, sacumé, exibição (no sentido egocêntrico de ser). Pensei imprimir Nada a Perder em um A3 e entregar à comissão, para que ela exponha onde ela quiser expor (parece que os trabalhos terão vários locais de exposição, cidade afora).

Fui no site, baixei a inscrição e comecei a preenchê-la. Beleza. Nome, endereço, e-mail etc. O último item tinha a seguinte pergunta:

Você faz seu trabalho pra quê? Pra quêm?

Intrigante. Fui ver o regulamento – lá estava esclarecido que o não preenchimento da questão anularia a inscrição. Deus do céu! Eu não sei quem elaborou essa questão mas devo meu parabéns a ela. Mais direto ao ponto impossível. Acredito que esse é o enigma da esfinge de quem produz.

Neste ritmo, tenho certeza absoluta, que a pergunta da próxima edição do Nossas Expressões será: qual é o sentido da vida?

INTERLÚDIO

Tenho uma mente fértil. Do tipo chão adubado com esterco de galinha.

Um dia eu e minha mente fértil fomos a um evento imaginário de quadrinhos. Lá tinham seus leitores imaginários, vendedores imaginários e autores imaginários. Por fim um autor (imaginário, é claro), se aproximou e perguntou:

- Tu é o cara de Santa Maria, certo? O do Muertos.

Sorri, com meu sorriso amarelo (eu fumo prá caramba) contumaz e confirmei, discretamente. Ele continuou, em nossa conversa imaginária:

- Então cara, estou lançando minha revista independente também. Tu vai ver que ela vai ser sucesso. Já tô bem conhecido no país e tô com em contato com várias editoras – vou ser o próximo autor nacional famoso. Tu tem que ver os desenhos irados que eu tô fazendo!

Minha mente fértil retrucou – em pensamento, é claro.

- Muertos é um fanzine impresso em gráfica – só isso. Que diabos é uma revista independente?

Ela continuou me atormentando:

- Sucesso? Que sucesso? HQ brasileira vende menos que pneu recauchutado. Ninguém lê essas porcarias – pega o exemplo daquele autor nacional famoso, ele nunca ganhou nada com isso. Apesar de ser muito bom, nunca vendeu mais que poucas centenas de edições. Aliás – alguém no Brasil já ganhou algum dinheiro com histórias em quadrinhos?

Quando pensei que minha mente fértil ia me deixar em paz, ela arrematou:

- Desenhos irados? Porra! E a droga da história?

Olhei para o autor imaginário ao meu lado e retruquei:

- Com certeza. Vejo que você já tem tudo planejado.

E fui andar à volta. Minutos depois um segundo autor imaginário se aproximou de mim. Este era um autor nacional imaginário famoso, um grandão da atualidade. Perguntou:

- Tu é o cara do Muertos?

Respondi que não. Que eu sequer existia – que era fruto da imaginação dele – e fui embora.

Olhando prá trás percebi que muitos amadores, como eu, se (auto) elegem como a esperança do país, na (futura) produção nacional de quadrinhos. Pior: muita gente aposta neles. Que o Criador nos proteja se isso se tornar realidade.

FIM DO INTERLÚDIO

Como Édipo meia boca, respondi à desafiadora questão:

Sou apenas mais um que conta histórias. Para quem quiser ouvir.

Mas era mentira. Até hoje não sei porque eu faço o que eu faço. Ou prá quem (meus prá sempre têm  acento). Ego é uma resposta óbvia e não me satisfaz. Enquanto não sei porquê, continuo fazendo.

Mas já estou pronto para responder, na ponta da língua, a pergunta seguinte – ano que vem.

HQs Brasileiras

Surge todo dia um site com tirinhas, cartuns e assemelhados… Mas e histórias em quadrinhos? Onde está o autor nacional? Sempre disse: webcomics é fria. O que tenho visto de novo ou atualizado por aí (se souberem de alguma outra HQ online brasileira, avisem, por favor):

Ou não.

Atualizações

Página nova da webcomic Nada a Perder.

A coisa anda lenta pros lados de cá. O tesão de fazer histórias em quadrinhos reduz a cada dia. Mas eu sabia que ia ser assim. Tudo sobre controle. Espero.

Quanto a 2008? Só me resta dizer buenas, 2009!

(Como eu queria estar na praia!)

Decifra-me ou não te leio

Eu tenho uma quantidade de acessos absurda. Ao menos para a média de sites de quadrinhos. Eu acho, ao menos. Não – não é um milhão por dia. Eu sou apenas um babaca desconhecido. Agradeço a todos que visitam o babaca desconhecido que vos escreve.

Abri este site prá publicar 10 Centavos online. E abandonei. Voltei (mais de ano depois?) com Muertos. Depois de Muertos o site alcançou uma quantidade de visitantes diários que anteriormente só alcançava em 3, 4 meses.

Com Nada a Perder, está sendo maior ainda a visitação. Não confunda visitas com pageview/páginas visitadas/hits. Pesquise no Google para saber qual a diferença. É capaz de dobrar a quantidade de visitantes com a HQ do sr. A. Moraes (mérito do sr. Moraes).

Hum. E daí? Quero me exibir? Cadê os números? Onde estão as provas?

Do início. Fiz 10 Centavos e Muertos por passatempo. Diversão. Queria ser visto por mais gente que as versões impressas permitiriam, claro, e por isso fiz o site – mas a realidade que me trazia ao chão, apontava que não seria muito mais que isso. E, em Muertos, até que foi. Antes que me joguem pedras sobre exibimento, quem não quer ser notado sequer fala. Ou escreve. E muito menos desenha.

Todavia, lentamente, comecei a levar a sério a parada. E o primeiro ponto destoante que percebi foi a quantidade de comentários a cada página publicada. Ok, o Google Analytics (uso 3 sistemas de estatísticas diferentes – sou um doente, eu sei) me avisa quantas pessoas vieram, prá onde foram e por quanto tempo ficaram – ele até compara com sites de perfis semelhantes. Está tudo um mar de rosas segundo o Google.

Mas e os comentários?

A quantidade de comentários não batem com a quantidade de acessos e tempo que o leitor fica aqui pelo site – e mais uma vez, agradeço a você por isso. Não, não espero que escrevam: “você é ótimo”, “é o melhor trabalho que já li” ou megalomanias do tipo. Mas percebi a falta do “li”, do “ok”, do “legal saber que seu trabalho existe” (é uma bela duma porcaria, mas existe). Ou mesmo as pedradas – “que porcaria”, “nunca vi algo tão ruim” etc para manter um determinado verniz social. Pessoal, vocês podem não gostar de detrminado trabalho, mas expor suas opniões em baixo calão é se rebaixar mais que o trabalho porco que você odiou.

Fui olhar à volta.

Vejo que muito do que é publicado por aí – impresso ou digital, é feito no amor, na paixão. Inclua-me aqui. E como tal, encontram outros enamorados que acabam por se juntar em tamanha paixão não-correspondida. E daí pululam os comentários nos fotologs, blogs e sites da vida: “ótimo”, “fantástico”, “você é o cara”. O pessoal que comenta são outros ‘produtores’ (escritores, desenhistas, editores etc). E mais que amigos, são seus parceiros na produção – no fim, estes são responsáveis por boa parte do cara continuar trabalhando feito um camelo, sem ganhar nada, fazendo suas histórias em quadrinhos por puro prazer. Tenho absoluta certeza que todos estes colegas que comentam não são apenas lembrados, mas também estão na preces diárias de cada “dono de um site”. Estão nas minhas preces, ao menos.

Mas… e o ‘apenas leitor’? Aquele que não produz HQ e acabou no seu site, para ler seu trabalho? Onde estão seu comentários de “primeirão”? Eu mesmo pouco comento em sites alheios, então não espero que façam diferente de mim. Mas este tipo de comentário é importante se você começa a levar a coisa a sério. Eu não levo – mas algo em meu espírito começa a principiar o contrário. O ‘apenas leitor’ possui peso fundamental. Se não há comentários de vocês (ou deles – agora me confundi) significa que você (ou eu, no caso) está no caminho errado. Porque nem o trabalho de dizer que estava ruim, seu leitor quis escrever no site, post etc.

E aí – você está nos quadrinhos por ego ou por alcançar leitores do seu trabalho? Leitores das histórias que você conta. Em quadrinhos.

Bom, seja qual for meu caminho, obviamente estou no errado.

Nada a Perder

Estava lá eu, num belo dia, angustiado por qual próxima HQ começar.

Sei que queria testar novos estilos, voltar as linhas e aos cenários que o alto contraste das histórias em quadrinhos 10 Centavos e Muertos não me permitiam. Queria também me livrar daquela diagramaçãozinha quadradinha e certinha destes dois trabalhos.

Pensei em engatar um novo projeto do tamanho da webcomic Muertos, mas sinceramente não me deu tesão. 40 páginas de HQ online? Blérgh.

Fui em busca de algo menor. Medo. A gente nunca sabe o que pode acontecer numa situação destas. Já escrevi bastante sobre isso. Implorava uma coisa: que o texto já estivesse pronto. Vá que eu não terminasse o projeto, o argumentista (roteirista?) não me mataria por isso. Um escritor (ok, escritor) mandou prontamente o roteiro de uma HQ de oito páginas – o sr. A. Moraes.

Era um argumento/roteiro, daqueles com descrição quadro-a-quadro, que eu tenho pânico de fazer (sempre disse que eu era um beócio com graves limitações).

Exigências dele? Que eu o adaptasse da forma que eu quisesse. Sem restrições. Que tornasse estes quadrinhos tão meus quanto dele. “Arte seqüencial é colaboração”. Palavras dele. O que mais? Nada. Nenhuma observação. Nadica. Aliás, uma: que eu me sentisse à vontade para quaisquer experimentações – e era justamente o que eu buscava.

Assim é muito fácil trabalhar com alguém. Sem exigências, sem promessas. Mantendo a expectativa dentro de nossas realidades. Assim temos todos muito a ganhar.

Ou mesmo nada a perder.

Cercas

Era Dezembro último. Acho. Falava com Zanthos Aybrom (o escritor de Muertos).

Reclamava da vida e dizia que até queria desenhar quadrinhos – mas Muertos era uma obra muito pesada prá mim: o tema, as ilustrações e seu tamanho. Ele já concordava em desistir da HQ – que eu partisse para outra. Levantei a idéia de lançar uma revista de quadrinhos de 20 páginas, com 4 histórias pequenas.

Seriam histórias em quadrinhos leves e mais fáceis de se fazer. Queria algo meio humorístico, suave – nada que lembrasse a tensão ou o suspense de Muertos. Até inciei o projeto no começo deste ano. Incomodei o sr. Gian Danton até ele topar me enviar um texto. Ele não gostava da idéia – dizia que os desenhistas (malditos) nunca terminavam seus textos. Por fim o convenci – o projeto era pequeno (4 páginas) e ele não perderia muita coisa.

Foi aí que eu adoeci e abandonei tudo. Inclusive o texto do sr. Danton. Ele estava certo. Eu sou um desenhista maldito.

Lamento profundamente por isto e nunca mais cometerei este erro. Jamais “encomendarei” um roteiro ou aceitarei um argumento no escuro. Minhas mais sinceras desculpas, Gian! Tenho pesadelos e remorso até hoje por isto.

Entre uma coisa e outra no decorrer do meu tratamento fora levantada a possibilidade que eu pudesse morrer não fossem feitas algumas… mudanças drásticas. Morrer? É tão estranho pensar ou enfrentar isto de fato. Por fim comecei a me sentir melhor e decidi: não posso morrer sem ter feito Muertos. E terminei Muertos.

No meio do decorrer desta façanha sem precedentes (para mim) de finalizar tão infindável trabalho, chegou um texto para que eu analisasse. Tinha muito de humor, com uma levada quase infantil… ou ao menos o mais perto que o escritor conseguia chegar disso… O conto era de Zanthos Aybrom. Uma fábula.

Será minha próxima HQ online.

O que são feeds

Ando meio quieto, não? O motivo é simples: ando metendo bala (literalmente) para finalizar Muertos. No início da próxima semana estará terminado. Então não fique muito triste se quando vieres aqui não tiver atualizações – é por um bom motivo. É provável que muitos até agradeçam por ficar quieto… Na sexta colocarei a lista de links sobre histórias em quadrinhos, com certeza.

Uma solução para aqueles que dão o ar de sua graça de vez em quando e não querem ficar decepcionados com “ah, não tem nada novo”, uma boa solução é utilizar feeds ou RSS – que diabo é isso? Aqui tem um texto explicando o que são feeds/RSS e suas utilizações são bastante variadas – eu mesmo uso na barra do meu navegador. Então para saber se determinado site foi atualizado, só clico ali no botãozinho e vejo a última notícia. Tendo novidades, vou lá e visito.

Simples não?

Aqui você tem uma vasta quantidade de formas para adicionar o feeds deste site no seu leitor de notícias preferido ou ainda para adicionar direto ao navegador, como faço nos sites que acompanho de perto. Basta clicar no “inscrever agora”.

Na verdade após a conclusão de Muertos na web, não tenho bem certeza o que vou fazer – se abandono de vez essa idéia (idiota?) de fazer HQ ou se me meto em mais uma… O que vocês acham? De qualquer forma, vou mudar o perfil deste blog, então não é uma má idéia começar a utilizar feeds para estar sempre a par de qualquer novidade daqui, sem se cansar muito.

Hum. Pensando melhor, talvez a maioria agradeça por ficar quieto.