Histórias em Quadrinhos • DS.art.br

Silêncio, por favor.


Caiu na rede…

Buscas

Links de quadrinhos

  • O supahmothafuckah Gian Danton e o salve-salve Jean Okada estréiam Exploradores do Desconhecido.
  • Argh. Lembrei de Desvio. Espero que Sinfest nunca termine. Bom. Se terminar, ao menos ele já fez oito anos de tirinhas. Diárias. Creio que jamais será publicado em um jornal (brasileiro ao menos), mas já tem seu lugar reservado no céu. Ou no inferno, no caso.
  • Ah – e o sr. Okada também possui HQs online em seu site.
  • Se Sinfest terminasse ainda me sobraria o excelente Rafael Sicca.
  • Senhores, o gibi do Soldado, Rodrigo Soldado.
  • The grass of our neighbor is always greener.
  • Todo movimento contínuo possui um homem contínuo por trás: Daniel Siqueira.
  • Og. Não confundam com Oggh. Este é Daniel Og. Praticamente uma amálgama.
  • HQs em outras mídias:
    1. HQ & Cia. Carcacoles. César Freitas já entrevistou todo mundo que vale a pena ser entrevistado!!! Até a Lilian Mitsunaga! Sempre quis conhecer a senhorita Mitsunaga. Vale a pena passar horas vendo os programas.
    2. HQ além dos balões. Bem legal também – mas bem que podiam fazer com que o usuário pudesse avançar o vídeo ao seu bel prazer . O site oficial ainda está… em construção.
    3. Amálgama FM. Iniciando – ao menos na rede, o HQ internet clube. Mas tem tudo prá dar certo. Falta cuidar o site prá Firefox e também deixar o pobre usuário avançar o programa, se quiser.
  • Caio Majado lançou Consequências. Será que vai pro Bodega?
  • Nova Hélade recomeçou. Espero que o Cadu Simões não fique brabo por linkar prá ele… Eu não ficaria bra brabo se ele linkasse prá mim, ao menos.

Por hoje é só, pessoal.

Banda desenhada

  • Eu procurava por HQs online quando cruzei pelo blog do sr. Nuno “Bongop” Amado – leituras de Banda Desenhada. É interessante a naturalidade com que trata sobre quadrinhos de tão variados estilos e nichos: do “mainstream” ao independente, de trabalhos comerciais ao mais autoral. E isso vindo de todos os países. inclusive o português – de Portugal, de onde ele é.
  • Desconhecia o trabalho português. Sou um ignorante, nunca neguei. Vez ou outra sei sobre alguma HQ européia, mas no fim o mercado de lá é absurdo, imenso e variado (e em línguas também, não se esqueça), para conhecê-lo de fato. No site Divulgando Banda Desenhada, você encontra um conjunto de links e notícias de tirar o chapéu. Continuamente atualizado, há material suficiente lá para se perder por dias. Ou meses. Muita BD online e enorme quantidade de autores nacionais (de lá). Eu começaria pelo post Blogues, Sítios e Portais portugueses com Banda Desenhada – De A a Z. Só alí tem uma lista de links de dar uma canseira no vivente.
  • Ao meu ver isso prova duas coisas: a) falta MUITA coisa ao Brasil ainda. Você pode rir e achar que eu descobri o óbvio, mas só após visitar um zilhão de sites portugueses que percebi a dimensão de como somos terceiro mundo e subdesenvolvidos. Como estamos atrasados e somos pobres. b) falta MUITA coisa aos brasileiros. É incrível a naturalidade dos portugueses em tratar juntamente do autor nacional e estrangeiro (de todo o planeta!). Do amador ao profissional. Do trabalho mais autoral ao comercial. Aqui você consegue enxergar um Omelete falando de HQ online amadora brasileira? Há uma profusão de sites de notícias sobre quadrinhos tão grande quanto nosso país. Se não maior. Detalhe: a população de Portugal é quase a mesma do Rio Grande do sul… que é quase dezoito vezes menor que a brasileira… c) A produção portuguesa é imensa e o Brasil é café com leite – seja impressa ou online. Se trabalha muito mais e se mostra muito mais coisa nas terras de lá que nas terras daqui. Opa. Não eram duas coisas? Depois dizem que os portugueses é que são bobocas – tudo bem, eles dizem o mesmo de nós. Infelizmente começo a concordar com eles, ora pois.
  • Falando nisso, a secura que tenho encontrado de histórias em quadrinhos online tupiniquins é triste. Há o acervo HQ, é claro, com dezenas (centenas?) de trabalhos onlines e os tantos outros que eu mesmo linkei por aqui… mas não estou achando muito mais que isto na web.
  • Há o Viajante Jaum, para não dizerem que não dei nenhum link novo de HQ online. Um pusta trabalho atualizado DIARIAMENTE. Haja gás.
  • Há a revista Ogiva, em PDF para download. Com Anderson Cossa, Gerson Witte, Juliano Botti, Vagner Francisco, Denis Pacher, Greifo, Rai, Alexandre Jubram, Beto Martins e Vanessa.
  • Ricardo Sanchez (que possui excelentes trabalhos em seu site, diga-se de passagem – inclusive uma HQ online), tem contribuído muito ao Quinto Mundo com links sobre o tema. Mas normalmente estrangeiros. Ele já linkou:
  • Kukuburi
  • Dark Horse Presents
  • Kaz Underworld
  • Maakies
  • Kioskerman
  • Autoliniers
  • El blog de Tute
  • ACT-I-VATE
  • No Brasil há muita coisa, sem dúvida. Mas a imensa maioria são tiras e cartuns onde suas mensagens são mais rapidas e simples de serem passadas que numa história em quadrinhos, com x páginas. Muitos podem pensar que é até mesmo característica da internet e leitura em tela, mas não aceito como desculpa para tamanha desproporção e aridez de produção online brasileira.
  • Aliás – percebeste que de todos estes atrasos/empecilhos/problemas sobre o quadrinho nacional que citei, nenhum fala dos leitores de quadrinhos ou editoras – usualmente os culpados pelos independentes da baixa leitura de HQB? Talvez os artistas brasileiros tenham que parar de falar tanto e começar a trabalhar mais.
  • Muita gente discorda de mim, com certeza. A maioria? Talvez. A própria Quadrinho.com – que atualizou seu site e sistema há pouco, publicou ontem um texto de Michelle Ramos sobre a qualidade, dinâmica e diversidade do material daqui. Mas estou falando mais sobre material publicado online, não se esqueçam…
  • O interessante que hoje em dia é mais fácil e barato ter um site de quadrinhos que uma revista impressa independente. E na presença virtual com certeza se alcança mais leitores que a versão física, não há dúvidas…
  • Como viver disso? Seu eu soubesse, já vivia.
  • Aproveitando, Samara convida para o evento Aceita Cultura?, este final de semana, em Minas. Acho que estamos todos precisando, Samara. Saber mais, fazer mais e falar menos.

Blogs de quadrinhos

Links de Histórias em Quadrinhos

  • Prefácio. Inferno Verde – HQs online da Ligazine.
  • DW tem um (outro?) blog.
  • Troquei um ou outro e-mail com Emmanuel Thomaz. Recebi dele o Horizonte Zero #1 e #2. Com textos de Marcelo Marat, é impressionante a qualidade deste trabalho. As revistas em PDF podem ser pedidas gratuitamente através do e-mail nitronorato@bol.com.br. Recomendo.
  • Aproveitando – o sr. Thomaz trabalhou também no Máscara Noturna, que comprei através do Bodega. Ainda vou falar deste trabalho. Falar bem.
  • Essa greve dos correios tá me fodendo. Tou com meia dúzia de coisas no limbo. Se elas virarem pó, vou ficar p da cara. Também querendo fazer novos pedidos, mas… tá louco. Vou deixar passar uma semana depois que retornarem da greve antes de comprar qualquer coisa.
  • Adoraria falar mal da estatal (mista?) dos Correios, mas a verdade é que – ao contrário do que ouço e leio, sempre obtive um excelente relacionamento com os Correios, e não tive nenhum extravio nestas mais de trinta revistas que encomendei ultimamente.
  • Você já leu as matérias do Pop Balões?
  • Interlúdio. Nova. Mais quadrinhos online da Ligazine.
  • Novas páginas da bela proposta Diálogo com a Morte.
  • Fuçando: Muco Medieval e a A Baleia Adolescente.
  • Recebi dois e-mails esta semana perguntando por quê não gosto de tiras. As pessoas gostam de tirinhas, cartuns, estas coisas relacionadas ao humor e que sejam engraçadas. Ainda escreverei sobre isto.
  • Não que não goste de humor, só gosto de quadrinhos mais… longos.
  • Vou pedir comissão do Pablo Mayer depois desta propaganda toda… Falando nisso – já comprou A Casa ao Lado? Vale a pena.
  • Li no Quarto Mundo uma resenha sobre o Circo de Lucca – de Jozz. Admito que cruzei por esta edição na banca. Não me interessei muito (agora o autor me mata) e não comprei. Amanhã será mais um dia de falar com Jesus – desta vez sobre Jozzus. Percebi duas coisas no referido texto: a) eu também sofro dos pontos que falei sobre decisão de compra; b) o sr. Simões escreve mais do que eu.
  • Vi os lançamentos do Bodega. Tive atenção especial ao Boca do Inferno #2 – que liberou amostras de páginas, após árdua campanha. Um fato interessante é que a HQ do Laudo – Eles podem voltar, é desenhada sobre o mesmo conto de Cidade Fantasma. Bom. Talvez não há nada de interessante sobre isto, de fato.
  • Já escrevi que esta greve dos Correios tá me enervando? Quero comprar Encantarias. Que saco ter que esperar esta greve acabar…
  • Posfácio. Alice. Quadrinhos online. Adivinha de quem.

HQs Online

Talvez muitos chiem. Mas na próxima página da história em quadrinhos online Muertos, nem todos os desenhos são… mera coincidência. Poderia culpar o texto que praticamente me obrigou a isto, mas… nãããã. A oportunidade era boa demais para deixar passar em branco. Eis mais uma página de quadrinhos de Muertos.

Excepcionalmente nesta quarta-feira não terei quadrinhos das antigas para postar. Para me redimir, publicarei uma nova página da HQ gratuita Muertos. Então voltem na quarta, pessoal.

E se puderem divulgar, agradeço. Tendo uma maior frequência de visitas ou entrando em contato mais regularmente, torno padrão a publicação de duas páginas por semana. É com vocês. Vocês mandam. Sintam-se à vontade. A casa – de fato, é de vocês.

Até quarta!

Um mês blogando

Ontem fez um mês que retornei ao blog. Criei ele já faz mais de ano, quando comecei a pensar em 10 Centavos. Após a conclusão da HQ, deixei-o morrer. Algo que lamento hoje. Hm. Talvez não tanto.

Há trinta dias atrás retomei estes espaço. Novo tema, refiz muita coisa, ajustei isto e aquilo. Foram mais de dez plugins para wordpress. Registro em uma dezena de sites de sistemas e serviços. Dezenas de postagens entre páginas, assuntos diários e muita bobagem. Sobrou até um tempo prá desenhar e também tiveram HQs online. E muito, muito assunto sobre histórias em quadrinhos, como deves ter observado, focando o panorama nacional. Neste meio tempo tive mais de uma centena de e-mails através do site. E outras centenas se pensar em listas, fóruns, comentários, atualizações e novidades intercambiadas. Acabei até indo parar em outro mundo.

Alcancei um crescimento inacreditável de mais de 2.000% em acessos. Obrigado. Sabe, todo este contato entre apaixonados por quadrinhos – sejam leitores, escritores ou desenhistas, foi o que me manteve tão ativo nestas últimas quatro semanas. E, de fato, não há como agradecer tamanha gentileza, apoio e excelentes sugestões que tanto tenho recebido. Os que entraram em contato comigo sabem quem são e têm ciência do quanto tenho respondido com a maior brevidade possível. Quem tem me acompanhado, percebe que tenho feito mudanças constantes aqui dentro, seguindo sempre tão boas opiniões. Acho que a melhor forma de contribuir aos visitantes deste humilde cafofo digital é buscar por melhorias e atualizações constantes. Como você sabe, este é um canal aberto para seu contato – sinta-se à vontade. É uma trabalheira danada, correria dos infernos… mas junto veio uma porrada massiva de contatos pauladas¹ que valem mais do que a pena correr dez vezes o que corri neste mês.

Mas… pô… vocês bem que podiam ter me avisado antes de como era massa² ter um blog.

1. Termo gaúcho; significa “mais que bacana”, fantástico, perfeito.
2. Massa é outro termo gaúcho; mas vocês devem ter entendido.

Enquanto isto em alhures…

Em 1995…

…já existiam fanzines.

Já existia o (I)QI – de Edgard Guimarães. O Juvenatrix.

E – porra… existia uma porrada de coisas. Ok – não tinha internet, webcomics – HQs online, mas eu já dava minhas mal traçadas linhas. Elas pioraram, é verdade.

DE QUALQUER FORMA…

Taí um trabalho que fiz com Carlos Henrique e Mário Assis: Pandora.

Mais uma HQ gratuita (de grátis mesmo, como dizem), na faixa. “Pô, ‘cê achava que ia pagar por essa…” Ok. Ok. A vida – meu jovem menino, com diz o velho do saco, é uma caixinha de surpresas.