Histórias em Quadrinhos • DS.art.br

Silêncio, por favor.


No hay camino, se hace camino al andar

Ontem fui no lançamento do Powertrio aqui em Santa Maria.

Achei engraçado por duas razões.

Engraçado acontecer uma coisas destas por aqui (no fim-do-mundo). E porque quando fui a São Paulo deixar minhas cópias de Muertos por lá, o pessoal do Powertrio também lançava sua edição no mesmo dia.

Antes da venda das edições no Santa Maria Shopping, teve uma palestra com seus criadores, Rafael Albuquerque, Eduardo Medeiros e Mateus Santolouco. Eu não fui na palestra (só na churrascada depois). Devem ter falado de sua história e de seus sonhos. Alguns deles desenha(ra)m para editoras de quadrinhos do mercado norte-americano, e ao contrário do que algum incauto possa pensar, acho isto louvável.

Louvável porque desenhar pros estaites não é moleza. É preciso disciplina, uma força de vontade inabalável e um cuidado técnico exaustivo. Enfim, é preciso muito trabalho (à beira do escravizante, mas muito bem recompensado). E pouca conversinha.

Acho que falta isso ao mercado nacional. Menos trelêlê e mais mão-na-massa. Não é fácil o que vejo de gente criticando os outros (eu, inclusive?) e, como verdadeiros messias, apontando o caminho da salvação. Fizeram algum trabalho na vida (olha eu aqui) e se acham os caras. Todos mostram a direção (eu de novo?), porém poucos – ou quase ninguém, andam por esta trilha. Salvar o mundo? O mundo não precisa ser salvo.

Mas ele pode ser mudado. Com trabalho. E não com donos-da-verdade e seus blábláblá.

Não olhe prá mim, sou café-com-leite. E cara de pau.

Dando nome aos bois. Ou quase.

Por onde começar?

  • Estive em Sampa nesta última semana que passou. No sábado passado houveram os aniversários da Livraria HQ Mix e do Quarto Mundo.
  • Conheci trocentas pessoas ao mesmo tempo. O que foi ótimo. Minutos de conversa com cada um. O que foi uma pena. Realmente é em São Paulo que as coisas acontecem.
  • Impressionante a gentileza e atenção que recebi de todos. Todos, sem exceção alguma, foram muito legais. É engraçado encontrar com o pessoal do Quarto Mundo ao vivo – gente que só se conhece por e-mails e mensagens via rede. Valeu conhecê-los, galera! Tanta gente talentosa que gostaria de ter conversado mais! Espero que se repita outra reunião em breve.
  • A coisa foi tanta que até o Oggh (disfarçado, com medo de ser apedrejado) apareceu.
  • César Freitas da HQ & Cia é um louco – na próxima visita faço questão da presença dele na mesa para tomar cerveja e discutir os bairrismos (dele, é claro – huahua). Edu Fernandes nunca mais vai querer me ver na frente – não com uma caneta para emprestar, ao menos.
  • No pouco tempo que tinha (as horas voaram!!!) conheci pessoalmente o Rodrigo Soldado. Confirmou-se minha suspeita de quão inteligente e visionário ele é. Questão de tempo (infelizmente sempre maior que desejamos) para que seja reconhecido.
  • Até cruzei com o sr. Fábio Moon – e como bom fã nerd, fui cumprimentá-lo pelo excelente trabalho que realiza (só conheço as obras que ele publicou aqui no país). Ele me olhou com um ar um tanto incrédulo (“será que este psicopata vai me matar?”).
  • Lourenço Mutarelli chegou com uma garrafinha de uísque – o que prova que ele só pode ser um bom sujeito.
  • Rafael Grampá é o típico gaúcho. Possui uma cara séria que deve intimidar muita gente. Com poucas palavras dele, vi que é um sujeito do bem e bastante atencioso. Parabéns pelo seu trabalho inquestionável em MD, Grampá.
  • Enfim, gostaria de ter falado muito, muito mais com todos.
  • Não pude ir a festa do Quarto Mundo – morei alguns anos em São Paulo e meus amigos locais foram lá para me ver no curto período que fiquei na cidade, então não podia deixá-los na mão e fui jantar com eles. Mas outras oportunidades virão, com certeza, para me juntar ao quadrinhistas com mais calma, por mais tempo.
  • O grande destaque ao meu ver foi Gualberto Costa – o proprietário da livraria HQ Mix. Esse cara impressiona. Você não sabe o que é alguém apaixonado pelo que faz até falar com ele. Voltei no Domingo à livraria HQ Mix e ele, exausto, ainda teve energia para dar uma atenção tremenda prá mim. Muito, muito gentil, muito, muito legal. Obrigado pela recepção, Gual.
  • Agradeço também a todos que ajudaram na divulgação do evento de lançamento (e) de Muertos. São eles: Amauri de Paula do Quadrinho.com, Augusto Paim da CABRUUM, Cadu Simões no Quarto Mundo, Cesar e Edu da HQ & Cia, Danilo Beyruth do Evilking, Eudes Honorato do Rapadura Açucarada, Hector Lima e o Goma de Mascar, Homero Pivotto Jr. do Diário de Santa Maria, Levi Trindade da Wizmania (não tenho a revista, mas sei que saiu uma página inteira sobre Muertos), Marcelo De Franceschi e a galera do DACOM, Paulo Floro e a revista O Grito, Renato Lebeau do Impulso HQ, Renato Rosatti do Infernotícias, Rodrigo Galhano da Reviews de Histórias em Quadrinhos, Rodrigo Leão do Nóis na Tira, Tiago Castro do Blog Insônia, Victor Maia do I’m a rock. Espero não ter deixado ninguém de fora – caso o tenha, avise que vou atualizando.
  • Obrigado a todos que foram. A todos que falaram comigo. Desculpe se fui breve ou aéreo – mas estava tonto com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo.

Até a próxima!

Os últimos passos de uma árdua e bela caminhada

É com muita honra que estarei presente no aniversário da livraria HQ Mix e também fechamento de um ano do Quarto Mundo, no dia 25 de Outubro, um sábado.

Estarei lançando Muertos em São Paulo na HQ Mix Livraria (11 3258 7740), às 19h, na mesma data que ocorrerão comemorações tão marcantes.

Muertos conclui sua trajetória online na segunda-feira que se aproxima e a última meia dúzia de edições impressas estarão disponíveis ao abusivo preço de R$ 2,00 no dia do lançamento.

Terei o maior prazer de conhecê-los pessoalmente. Espero vocês lá.

Troféu HQMIX

Hojé é o dia da entrega do HQMIX – como li outro dia, “o Oscar dos quadrinhos brasileiros”. Estaria mais prá Eisner, mas a analogia vai me servir para este texto. Outro dia expunha sobre esta premiação, advindo de uma pseudo conversa com o senhor Jerônimo Souza. Ele tinha discordâncias em alguns pontos e eu o convenci que o concurso era legítimo e justo. Bem, mudei de idéia. Enquanto ele que era ‘contra’ (pero no mucho) o prêmio, está em São Paulo (não, ele não levou nada também), eu que era a favor estou aqui, em Santa Maria.

Entenda, acredito que o HQ Mix – ao menos neste ano que acompanhei de perto, foi o prêmio mais organizado, divulgado e abrangente que já vi no país. Fez o melhor compêndio que já vi sobre o que foi publicado no ano passado – até 10 Centavos estava lá. Também acho bárbaro a questão da votação ser fechada através de gente convidada – segundo eles, cerca de dois mil votantes. Todavia levanto aqui pontos relevantes para que a premiação tenha uma disputa ainda mais acirrada, justa e legítima.

Não quero nem polêmica nem encher o saco – pois nesta crítica já exponho inclusive propostas sobre como (e o que) poderia ser melhorado – ou seja, é uma opinião honesta, com a melhor das intenções de fazer com que este já reconhecido prêmio tenha ainda mais valor e retorno a todos seus participantes. Foco estas sugestões obviamente no mercado nacional e os independentes. Não sou de forma alguma contra premiar um escritor ou desenhista estrangeiro, mas se ainda não percebeste, escrevo neste site sobre o que é de criação/produção nacional e – graças a conjuntura, independente.

Os pontos são dois e são simples:

  1. Você sabe em quem está votando?
    É engraçado, mas não acredito que a imensa maioria das pessoas que votam, conheçam todos os concorrentes. Chamam de Oscar, mas os que votam no Oscar conhecem os filmes envolvidos, até porque são praticamente obrigados a isto. Por que diabos acham que um concurso sério – na área que for, tem de ser diferente? Eu sei é humanamente impossível conhecer e/ou adquirir tudo. Mas acho que poderia se inverter da média de conhecimento dos votantes de 20% das obras existentes para 80%. Fácil, fácil. Como? Internet. Tenho a absoluta certeza que todos envolvidos que concorrem aos prêmios, colocariam na internet de bom grado – e gratuitamente, seu trabalho para que os votantes tomassem conhecimento dos mesmos. Ou seja – um pequeno e simples sistema que permitiria o artista carregar seu trabalho e onde o votante teria acesso ao mesmo, na faixa, para avaliar os projetos existentes daquele ano. Fácil, rápido, indolor. Querendo, até ajudo a montar o sistema – sério!
  2. Quem vigia os vigilantes?
    Para dar legitimidade a determinado concurso, é necessário transparência aos indicados. Achei soberba a lista dos ‘pré-selecionados’. Completa e minuciosa. Agora o que ninguém me explicou é como chegaram na última meia dúzia (7?) de concorrentes finais ’sugeridos’ (qualquer um poderia ser votado – inclusive os pré-selecionados). Com uma lista de votantes com “mais de dois mil profissionais da área das artes gráficas em todo o Brasil”, é incompreensível que determinado grupo – pequeno, sugira quem pode ser votado… dá margem a muita coisa esta lista ‘aconselhada’. Inclusive os que montam estes indicados sofrem – acredito, do ponto anterior. Vejo como ideal, uma votação em dois turnos – como uma velha, boa e democrática eleição. A meia dúzia (são sete!) mais votada, vai para o ’segundo turno’. Se apenas metade dos 2 mil votantes participasse, já era um bom negócio. Trabalheira? Imagina o Oscar então – que são centenas de filmes e cada um com uma hora e meia de duração…

Não creio que isto gere qualquer coisa, mas coloquei meus 10 Centavos (infâme…) na fogueira. Minha intenção aqui – reforço, não é incomodar, mas sim de contribuir para que tenhamos premiações cada vez mais disputadas, transparentes e com maior alcance à população – que é o interesse de todos.

Vampiro: A Máscara

Acho que todos os que tinham algum tipo de interesse em quadrinhos, contos, desenhos, artes e ilustração devem ter se apaixonado pela obra de Mark Rein Hagen. Detalhe: nem comentei os jogadores de RPG. Vampire: The Masquerade, quando foi lançado pela Devir, trazia em uma edição incomparável de luxo à época e o livro, por sí só, foi um marco no campo de role playing games. A trama era digna dos melhores livros de horror (terror?), com um tema intrigante que perdura os séculos (vampiros, caso esteja em dúvida) e a arte… bom… acho que tenho até hoje wallpapers das imagens deste livro. Curiosamente eu conheci a obra – se minha memória não está me enganando, em 93 graças ao Informativo Perry Rhodan e o tive em minhas mãos em São Paulo na Rhodancon. Uma história em quadrinhos claramente guiada por Vampiro: a Máscara, eis que – 12 anos depois, apresento a HQ Primeiro Fratricida.

Shem ha-Mephorash

Shem ha-Mephorash – Uma noite em Staronova | 2006 | 28 págs | 15cm x 23cm | capa duotone (2 cores) e miolo PB

Inacreditável. É a melhor descrição possível para esta edição que comprei no Bodega. Quando recebi, não acreditei. Demorou dois anos para chegar (tá bom, quase duas semanas), mas… tirem as crianças da sala, que vou largar um impropério. Ok, tiraram? Pôtaqueopariô. Isso aqui não pode ser verdade. É bom demais para existir. Impressionante. Eu fico (outro impropério) puto. Como é que não existem revistas deste tipo nas bancas???? Fala sério! você TEM que comprar esta esta história em quadrinhos independente. Com excelente cuidado e acabamento gráfico, uma puta (eu realmente tenho que parar com isto…) história e desenhos absolutamente fenomenais. Este trabalho é extremamente profissional e deixa muita – muita, Vertigo no chinelo.

Fico até deprimido em lembrar de quantos lançamentos de HQ nacionais com distribuição prá todo país que não alcançam a qualidade de Shem ha-Mephorash (Êta nomezinho difícil e impronunciável. Até prá digitar eu me perco). Fico também deprimido por não estar em São Paulo e tomar conhecimento de uma edição destas. OU talvez tenha sido propositalmente feito desta forma, destinado a determinado nicho, como fiz em 10 Centavos… só perguntando aos autores para confirmar. Mas o que talvez me deprima MESMO é pensar que este autores tão qualificados não se sustentem com um trabalho desta magnitude e que não estejam frequentemente em todas as livrarias e bancas a nossa volta.

A história. Feita em apenas uma edição (one-shot), com textos de Marcela Godoy e arte de Sam Hart, nos é apresentada a busca de um lendário Golem anteriormente conjurado (boa esta) pelos… pela família. O texto é muito bem conduzido pela sra. Godoy e desenhado com maestria pelo sr. Hart. O texto e seu ritmo (timming) são fenomenais. A arte… bom… compra e você vai ver.

Acho que a triste lição deste trabalho talvez seja a maldita propaganda, sua divulgação (a não ser que tenha sido feita desta forma propositalmente). Apesar de estar meio afastado do meio quadrinístico na época do lançamento – que nem sei direito quando foi, mas acredito que fora entre final de 2006 e o primeiro semestre de 2007, nunca tinha ouvido falar sobre este fantástico projeto. Mesmo buscando na internet encontrei apenas uma ou outra referência como a do Bigorna e ela não faz jus à edição, ao meu ver.

Por fim a edioração gráfica foi de Octavio Cariello – os autores só andam em má companhia… Uma pena que o site atual da escritora me pareça estar meio jogado às moscas (mas não posso dizer que não entendo o porquê) e o de Sam Hart falta uma HQzinha ou outra online para dar gostinho… mas virei do avesso os sites e valem as visitas, garanto.

O que você ainda está fazendo aqui? Vai lá no Bodega – ou entre em contato com os autores (pelos seus respectivos sites), e compra logo a sua edição!

4 motivos para odiar São Paulo

…ou querer morar lá.

  1. Anime Friends 2008
  2. Fanzine na Panela
  3. Literatura fantástica
  4. Revisteca Abril para a terceira idade

Gostou? Tudo chupinhado do último Neorama dos Quadrinhos, de Marko Ajdaric. Não perde mais tempo e assina logo a newsletter! Segundo o próprio mantenedor (existe esta palavra?):

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Boa leitura, 3 vezes por semana. Não esqueça, para que esse projeto vingue, é fundamental que você inscreva novos leitores¨.

Incrições pelo e-mail neorama [ a r u e b a ] uol [ p u e n to ] com [ p u e n to ] br. Este meu espanhol tá cada vez melhor.

O texto do sr. Ajdaric foi chupinhado do blog do sr. Danton. Essa mania de chupinhar tudo que vejo pela frente vai me render má fama… Aproveitando, este ilustre senhor disponibilizou o conteúdo de sua palestra sobre serial killers (não pergunte). Hum. Tinha que entrar em contato com o sr. Danton…

Atualização: bem legal as 89 páginas do PDF do sr. Danton (fui o primeiro a baixar… onde estão as ovelhas deste mundo, hoje em dia?). Eu iria numa palestra destas. Mas ficaria perto de alguma saída de incêndio. Vá que algum ouvinte queira fugir por lá…

Do roteiro

Tirado do ducentésimo mundo – o nome do fórum do Quarto Mundo (que na verdade se chama Quinto Mundo), está havendo uma discussão – a longas e lentas penas, uma discussão sobre o lugar e importância do roteirista em uma História em Quadrinhos. A briga ‘tá bem legal, apesar de lenta, muuuuito lenta. Em um mercado inexistente, num país onde não se lê, é obvio que os desenhistas tenham destaque. Por incrível que pareça, acredito que a internet vai resolver isto. É só aparecer alguém com saco e tempo para decidir publicar uma edição séria (pode ser independente e sem retorno finaceiro, nem por isso deixar de ser séria). E muito teeeeempo. Eu vejo a internet para autores nacionais como alguma coisa muito desorganizada (como o mercado?) e lenta.. Entendo porquê. A minoria tem outro emprego para sobreviver – haja paciência (e tempo E saúde) para trabalhar, fazer HQ e ainda participar da internet. A maioria que tem gás e quer fazer algo, é jovem – não começou a pagar as contas ainda e não chegou a sua maturidade de produção (eu não vou chegar nunca). Querem resultados agora, preferencialmente (como todo jovem) sem muito esforço. Quando têm de pagar suas contas – e alí talvez comecem a realmente fazer algum diferencial (graças à experiência ou idade), abandonam os quadrinhos. Talvez este seja até mesmo o meu caso.

A internet – achismo meu, irá proporcionar o meio termo – irá trazer alguém que dirá: temos espaço para x escritores em histórias de x páginas (idem a desenhistas). E dê-lhe tempo para esperar respostas e decidir quem escolher. Este “editor” tem de ser nazista com os textos, e budista com o tempo das respostas, nazista com os desenhos e budista com os desenhistas… o melhor do melhor. Já existem inúmeros esforços para se alcançar isto que estou falando – taí o Quarto Mundo, com edições criteriosas e bem cuidadas. Quantas já não houveram no Brasil – muito antes da internet? Porra, eu mesmo tenho pelo menos meia centena de edições independentes (prá não chamar de fanzines) que eram fodas… faltou continuidade, faltou divulgação. O problema é sempre o alcance – “que sejam poucos”, mas bons (olha a cauda longa). Talvez o Quarto Mundo – e as coisas sempre tem de vir de São Paulo (pobres paulistas), tenha que se preocupar muito em divulgação destas tentativas – e já o fazem. Mas talvez este seja o principal foco.

Querem criar um mercado? Beleza. Querem que ele tenha qualidade – mesmo tendo muito lixo, para que então determinado porcentual seja bom? Melhor ainda. Mas vejo algo pouco falado:

1º – Editores (ou como queiram chamar): cuidem, pelo amor de nosso filhinhos, dos escritores – eles são a alma de uma HISTÓRIA em quadrinhos. CAPS LOCK proposital.

2º – Divulgação: enquanto não houver uma estrutura inteligente e eficaz neste sentido, NÃO HAVERÁ NADA. A mídia tem o poder de levar o conhecimento às pessoas – disso ou daquilo. Graças à ela (mídia/divulgação), é que se consome tanto lixo (eu trabalho com isso). Se o material for bom – perfeito, ele será eternizado. Mas sem a mídia, não será visto (ou lido, no caso) e – lei máxima acima de qualquer Koetler da vida, então não será lembrado.

É isto. Acho que vou escrever mais sobre o tema para ninguém ler. E talvez comece a pensar em apenas editar um fanzine, pensando nos dois pontos que falei. Textos e divulgação de uma forma efetiva.