Histórias em Quadrinhos • DS.art.br

Silêncio, por favor.

Portão 6

8 exposições sagazes e comedidas

Portão 6

Só pode ser praga. E é com o Oggh! Eu sempre travo num texto dele (foi a mesma coisa com esse aqui)! Terceira versão da mesma página. Vamos ver se eu me agrado dessa vez – em 10 Centavos a terceira versão é a que foi impressa. De repente tem a ver com a 3ª vez que eu faço a mesma coisa… Bueno. Nessa aqui fui prum lado mais de ilustração para literatura infantil. Tava planejando isso puma HQ futura, mas depois das conversas com Gus Morais decidi aplicá-la aqui. O negócio é virar ilustrador de livro infantil! Bueno. Até daqui um mês. Espero que já com a segunda página. E que eu não leve seis anos para terminar esta história em quadrinhos…

Acompanhe as atualizações destes quadrinhos por aqui.


Cercas

Era Dezembro último. Acho. Falava com Zanthos Aybrom (o escritor de Muertos).

Reclamava da vida e dizia que até queria desenhar quadrinhos – mas Muertos era uma obra muito pesada prá mim: o tema, as ilustrações e seu tamanho. Ele já concordava em desistir da HQ – que eu partisse para outra. Levantei a idéia de lançar uma revista de quadrinhos de 20 páginas, com 4 histórias pequenas.

Seriam histórias em quadrinhos leves e mais fáceis de se fazer. Queria algo meio humorístico, suave – nada que lembrasse a tensão ou o suspense de Muertos. Até inciei o projeto no começo deste ano. Incomodei o sr. Gian Danton até ele topar me enviar um texto. Ele não gostava da idéia – dizia que os desenhistas (malditos) nunca terminavam seus textos. Por fim o convenci – o projeto era pequeno (4 páginas) e ele não perderia muita coisa.

Foi aí que eu adoeci e abandonei tudo. Inclusive o texto do sr. Danton. Ele estava certo. Eu sou um desenhista maldito.

Lamento profundamente por isto e nunca mais cometerei este erro. Jamais “encomendarei” um roteiro ou aceitarei um argumento no escuro. Minhas mais sinceras desculpas, Gian! Tenho pesadelos e remorso até hoje por isto.

Entre uma coisa e outra no decorrer do meu tratamento fora levantada a possibilidade que eu pudesse morrer não fossem feitas algumas… mudanças drásticas. Morrer? É tão estranho pensar ou enfrentar isto de fato. Por fim comecei a me sentir melhor e decidi: não posso morrer sem ter feito Muertos. E terminei Muertos.

No meio do decorrer desta façanha sem precedentes (para mim) de finalizar tão infindável trabalho, chegou um texto para que eu analisasse. Tinha muito de humor, com uma levada quase infantil… ou ao menos o mais perto que o escritor conseguia chegar disso… O conto era de Zanthos Aybrom. Uma fábula.

Será minha próxima HQ online.

Links sobre quadrinhos

Juro que às vezes nem eu entendo a internet… apesar de ‘linkar’ muita gente, quase ninguém retorna os links – sejam em notícias. Apesar disto, tenho tido um constante crescimento de acessos diários e contatos. Eu amo o Google e mais ainda você que tem a paciência de me aguentar e acompanhar Muertos (a HQ grátis daqui). Mesmo a maioria dos integrantes do grupo o qual participo – o Quarto Mundo, não manda links prá cá. Não entendo a internet como disse, já as pessoas, deixei de entendê-las faz tempo. Ok, já implorei e rastejei por divulgação, vamos aos links de sexta-feira:

  • Grande Castelo – muito boa esta história em quadrinhos de Marcelo Fontana e Thiago Magalhães Francisco. Podiam colocar alguma navegação entre as páginas para facilitar a leitura online.
  • O imperdível Nanquim Descartável, do sr. Daniel Esteves, chegou ao seu segundo número e ganhou até blog.
  • O Banco Itaú por vezes pode ser cultural; HQ com textos e desenhos de Júlio Brilha.
  • Não faltam desenhistas ao mundo: conheçam Rafael Cravo (ou será Raphael?).
  • Com o fim da greve dos Correios, nesta próxima semana – ou ainda na outra, vou encomendar uma porrada de coisas. Entre elas, o Necronauta, e conhecer melhor os belos trabalhos de Danilo Beyruth.
  • Falando em pedir, estou em dúvida ainda quanto ao Prontuário 666. Não há dúvida da beleza do trabalho de Samuel Casal… como será o texto de Adriana Brunstein? Não questiono o quanto ela entende de Zé do Caixão, já que parece ser uma especialista do assunto…
  • Ei – cs notaram que os nomes? DANIEL, DANIlo, RafaEL, SamuEL… Medo.
  • Prá quem curte passar medo, convido-os a conhecer o (já famoso) Boca do Inferno. Prá quem conhece, sempre vale uma visitinha, prá quem não conhece – é hora de deixar de ser um herege.
  • Fabio Cobiaco. Esse criaria boas capas para HQs de terror
  • Gus Morais é aquele cara que te deixa de mau humor (não preciso disso, estou sempre de mau humor); leia os quadrinhos de Sinestesia.
  • Uma HQ online precisa destes pontos que já falei… O pessoal do Armagem Herética pelo visto jogou tudo pro alto, mas aindassim há novidade sobre o Homem Morto.
  • Como estou escrevendo sobre temas como medo, morte e horror – só coisas alegres como eu, há uma última infeliz notícia: Desvio encontrou seu caminho. Sem volta. De repente, tendo uns 10 mil acessos diários eles voltam. Com esta quantidade de acessos eu também continuaria…

Bom final de semana, pessoal.

Notícias sobre HQ

Ok. Saiu o troféu HQ Mix. Mas afinal quem diabos são seus ganhadores?

Apenas alguns, para dar gostinho. Será que alguém lê estes textos? Porque se não lerem, não saberão que a história em quadrinhos online Muertos foi atualizada.

Café Espacial #2

Revista Café Espacial #02 | 2008 | 60 páginas | 14cm x 21cm | capa colorida e miolo PB

Chegou em minhas mãos o tão aguardado Café Espacial. Tão aguardado porque simplesmente amei o primeiro número. Muito bem feito, muito bem pautado e organizado.

E foi justamente por isto que tomei um susto nesta segunda edição.

Não que ela tenha um conteúdo mal selecionado e nem de longe está desorganizado, pois a Café é apenas independente, não amadora.

Com 60 páginas, este número está 20% maior que o anterior. Mas este crescimento de espaço não fora reservado ao conteúdo referente a HQs. O que aconteceu foi o inverso. No primeiro número foram dedicadas 22 páginas à histórias em quadrinhos o que dá, descontando a capa e contracapa, 50% da edição voltada para a banda desenhada (ora, pois). Nesta edição possuímos 18 páginas de HQ – cerca de 30% da revista.

Se parar para pensar, não há nada de errado nisto. Mas me pergunto o que Sérgio Chaves pensou para tamanha mudança de perfil editorial. Será que ele quis tornar a Café mais aceitável, mais informativa através de seus textos, deixando as HQs em segundo nível de importância? Diria até mais comercial, pois indiscutivelmente revistas (de textos, notícias, artigos) vendem mais do que HQ. Estaria Sérgio Chaves (parece novela mexicana) tentando trazer novos leitores paras as HQs (nacional ou não) utilizando como isca o recurso de uma revista mais textual? Acompanhem os próximos capítulos. Ou não conseguiu colaboradores? Duvido muito disto porque até eu – se tivesse qualidade requerida, gostaria de estar numa revista destas. Talvez o Café Espacial esteja migrando para outro campo: o de informação E HQ, não o de HQ E informação. Sou mais deste último, mas ele não deve se preocupar, pois acredito – olhando qualquer banca, que sou minoria.

Mas vamos ao conteúdo.

O muro de cada um - com um texto introspectivo de Alan Ledo, Eder Saragiotto nos traz uma belíssima arte de uma HQ que tive de ler duas vezes. Tá bom. Três vezes.

Amore lupus – de Bárbara Stracke e Laudo Ferreira. Bárbaro. Apesar de Laudo neste número ter mudado de parceiro para os textos, sua arte continua com vigor e personalidade – até icônica. Daqui uns dias vira um Sr. Colin – este sr. com S maiúsculo; não porque morreu mas porque tenho toda a obra dele que cruzei pela frente. Com um texto competente da sra. Strack achei muito bacana esta HQ. Que o Laudo continue com este tipo e nível de trabalho!

Há ainda os trabalhos em quadrinhos A desmemoriada de Samanta Flôor, A chuva de Mario Cau, e Dorothy de Ebbios. A HQ do senhor Cau dispensa apresentações – de fato, eu já havia lido este trabalho (está online no site do autor) e vocês mesmos podem ver que o sr. Cau é do cauralho (ô trocadilho ruinzinho).

Na antiga revista tiveram textos que não li: sobre as bandas Órfãos do Governo e Biggs – até por isto não comentei a respeito. Não era o tipo que gosto de ler. Adendo: senhores eu leio Scientific American, não leio muita literatura mas me esforço para manter a média de um livro por mês, acompanho uma revista semanal ou outra e ainda assino dois jornais locais para dar um bizu e saber o que anda acontecendo. Ou seja: eu não leio só HQ – mas quando um assunto não me atrai, simplesmente não leio. Surpreendente, não? Hum. Por que porra (sic) estou me justificando? Nesta edição admito que estava meio desanimado a ler suas matérias, mas o fiz até para saber sobre o que se tratam e poder divulgá-las aqui – apesar de não ser meu objetivo escrever aqui nada que não seja HQ, preferencialmente nacional.

Há uma entrevista com Daniel Galera onde afirma que o rótulo webdesigner (projetista web) não existe mais. Estou desrotulado. Um bom conto (quadrinizável) chamado A invenção do fim de Filipe Teixeira e ainda The girl has the taste of paçoca on her lips, de Laudo Ferreira e Dificuldades no relacionamento de Lean Basoli. E para finalizar, do próprio site do Café Espacial “A edição traz também: ilustrações de Lese Pierre; a seção DiaboA4, falando sobre o escritor Lima Barreto e o o mito dos Heróis e Anti-heróis (por Lídia Basoli e Rafael Rodrigues); a seção Mais uma dose (por Talita Prado); a seção Arte revelada, com fotografias de Paula Mello; [...] e na seção Cafeína pura! entrevista com a banda The Dead Rocks (São Carlos/SP), com seu surf music/rock’n’roll alucinante!”

Admito que me senti deslocado – esperava quadrinhos e recebi resenhas, entrevistas, artigos e contos. Sem sombra de dúvida o próximo número irá definir (sem sombra de dúvida o KCT) o perfil da Café Espacial. Talvez o sr. Chaves ainda decida tornar seu Café um lugar de pura experimentação, hora indo prá cá, hora indo prá lá – e novamente, não há nenhum problema nisso. A questão é se ele consegurá manter fiel sua base de leitores. Espero que não demore muito para o terceiro número, que obviamente irei comprar. Mas não gostaria de estar na pele do sr. Chaves tendo tantas opções e escolhas a serem tomadas.

Compre aqui sua edição.

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Ei, psit!

Vocês aí atrás. É, vocês em silêncio. Direto do Quinto Mundo: A. Moraes busca desenhistas. Nunca li nada que lembre do A. Moraes, que não fosse Desvio. Mas se for metade do que ele faz nas tiras, já está entre os melhores escritores brasileiros que já li. Segundo as palavras (ou textos, já que digitou) dele:

procuro desenhista ou equipe de desenhistas prum trampo de louco numa hq de fc de aproximadas 60 páginas.

tenho o segundo tratamento do roteiro pronto e estou disposto a mexer no material se, e somente se, aparecer algum colaborador que tenha disponibilidade de, bem, colaborar.

interessados podem me contatar via fórum mesmo, através das mensagens privadas.

Bom. Ou vai no fórum ou no site dele e troca uma letra com o sr. Moraes.

Tenho que melhorar estes títulos dos meus posts…

Shem ha-Mephorash

Shem ha-Mephorash – Uma noite em Staronova | 2006 | 28 págs | 15cm x 23cm | capa duotone (2 cores) e miolo PB

Inacreditável. É a melhor descrição possível para esta edição que comprei no Bodega. Quando recebi, não acreditei. Demorou dois anos para chegar (tá bom, quase duas semanas), mas… tirem as crianças da sala, que vou largar um impropério. Ok, tiraram? Pôtaqueopariô. Isso aqui não pode ser verdade. É bom demais para existir. Impressionante. Eu fico (outro impropério) puto. Como é que não existem revistas deste tipo nas bancas???? Fala sério! você TEM que comprar esta esta história em quadrinhos independente. Com excelente cuidado e acabamento gráfico, uma puta (eu realmente tenho que parar com isto…) história e desenhos absolutamente fenomenais. Este trabalho é extremamente profissional e deixa muita – muita, Vertigo no chinelo.

Fico até deprimido em lembrar de quantos lançamentos de HQ nacionais com distribuição prá todo país que não alcançam a qualidade de Shem ha-Mephorash (Êta nomezinho difícil e impronunciável. Até prá digitar eu me perco). Fico também deprimido por não estar em São Paulo e tomar conhecimento de uma edição destas. OU talvez tenha sido propositalmente feito desta forma, destinado a determinado nicho, como fiz em 10 Centavos… só perguntando aos autores para confirmar. Mas o que talvez me deprima MESMO é pensar que este autores tão qualificados não se sustentem com um trabalho desta magnitude e que não estejam frequentemente em todas as livrarias e bancas a nossa volta.

A história. Feita em apenas uma edição (one-shot), com textos de Marcela Godoy e arte de Sam Hart, nos é apresentada a busca de um lendário Golem anteriormente conjurado (boa esta) pelos… pela família. O texto é muito bem conduzido pela sra. Godoy e desenhado com maestria pelo sr. Hart. O texto e seu ritmo (timming) são fenomenais. A arte… bom… compra e você vai ver.

Acho que a triste lição deste trabalho talvez seja a maldita propaganda, sua divulgação (a não ser que tenha sido feita desta forma propositalmente). Apesar de estar meio afastado do meio quadrinístico na época do lançamento – que nem sei direito quando foi, mas acredito que fora entre final de 2006 e o primeiro semestre de 2007, nunca tinha ouvido falar sobre este fantástico projeto. Mesmo buscando na internet encontrei apenas uma ou outra referência como a do Bigorna e ela não faz jus à edição, ao meu ver.

Por fim a edioração gráfica foi de Octavio Cariello – os autores só andam em má companhia… Uma pena que o site atual da escritora me pareça estar meio jogado às moscas (mas não posso dizer que não entendo o porquê) e o de Sam Hart falta uma HQzinha ou outra online para dar gostinho… mas virei do avesso os sites e valem as visitas, garanto.

O que você ainda está fazendo aqui? Vai lá no Bodega – ou entre em contato com os autores (pelos seus respectivos sites), e compra logo a sua edição!

Resposta a um comentário

(Resposta a este comentário)

Julio.

Segundo minhas estatísticas aqui (não tenho os milhões de acessos do Omelete, mas estou bem satisfeito):
- 94% possuem resolução igual ou maior que 1024×768;
- 49% possuem resolução igual ou maior que 1280×800;
- 53% possui algum tipo de banda larga – e outros 27% não fora detectada a velocidade;
- a média de peso – em Kb, de cada imagem ampliada de Sétimo Filho é de 50Kb.

De fato, a internet sofre destas variações e não há como padronizar o resultado para todos. Pensando bem, não só na internet, mas em qualquer coisa existente. Agora, se você está se referindo a formato, realmente tenho que concordar com você. Comentei sobre isto no post http://ds.art.br/constatacoes/.

Fiquei pensando nisto e depois de ter visto o site do Armagem Herética, formulei a proposta de fazer uma história em quadrinhos voltada para web, para a tela do monitor. Colorida. Saiba mais aqui: http://ds.art.br/pintor-meia-tigela-de-primeira-viagem/.

Interlúdio
Diga-se de passagem, o referido site – http://armagem.com/?p=39, deletou o meu comentário de lá. Sacanagem. Inclusive eu havia até os alertado sobre um link quebrado (que eles JÁ consertaram). Pô isso é maldade. Vou tirar todos os links deles daqui. Nã. Brincadeira. Vou ser mais aquele fã não correspondido. Talvez eu não seja tão bom para eles.
Fim do interlúdio

Correção - mal-entedido do comentário excluído foi esclarecido: leia aqui. E aqui.

Pretendo fazer alguns quadros a mais da webcomic Versões e ver se os publico até este findi na seção HQs.

É isto. Estou aberto a sugestões – cores, formatos, textos etc.

Paixão pela lua

Sétimo Filho. Mais uma HQ online gratuita das antigas. 1996. Há “apenas” doze anos atrás. Para provar que imito Frank Miller há um tempão.

E vamos pro dia do sofá!

Querendo fazer/publicar sua/uma webcomic?

Prá quem possui uma webcomic – ou história em quadrinhos online, ou mesmo está pensando em entrar neste barco, achei três textos simples mas interessantes. São dicas diretas e pontos importantes – todos os textos são do Quadrinho Digital:
- Escolha bem a localização da sua webcomic. É. Estou feliz com o ds.art.br. Falta divulgar mais acho eu, trocar links… Alguém a fim?
- Atualizando sua webcomic. “Um dos principais requisitos para o sucesso de uma webcomic é a constância de sua atualização.” Agora fodeu. Mas vou começar a colocar uma página de Muertos todo Domingo/Segunda-feira. Prometo.
- Criando conteúdo reserva de publicação. Levei a sério estes textos. Estou com três páginas à frente destas publicadas.

Inclusive, há uma página nova de Muertos. Postada hoje.

; )

Links de HQ (ou alguma coisa relacionado a isto) – prá variar um pouco

Quadrinho Digital – http://www.quadrinhodigital.com.br/
Bem legal a proposta – um compêndio de webcomics. Mandei o link daqui prá lá. Vamos ver o que acontece.

Um dia de Morte – http://graffiti76.com/
A qualidade dos colaboradores da Graffiti dá vontade de chorar. É uma merda que não se encontre este tipo de publicação em bancas. É uma merda pior que todo esse pessoal não consiga viver dignamente produzindo histórias em quadrinho. Há lá atualmente Um dia de Morte, HQ online das buena.

Estevão Ribeiro – http://www.estevaoribeiro.com.br
Criador do Tristão, distribui boas HQs online – entre elas A Demente e recentemente o álbum Contos Tristes. Vale a pena ler.

Sad Comics – http://odyr.tripod.com/
Se eu fosse desenhista, queria desenhar assim.

Projeto Continuum – http://www.projetocontinuum.com/
Sempre passo lá. Tem sempre muito espaço para material nacional – inclusive recebi palavras incentivadoras sobre 10 Centavos.

Lucio Rubiro – http://www.comicspace.com/lucio_rubira/
Se eu começar a colocar links de desenhistas brasileiros fodaças aqui, eu nunca mais vou parar. Realmente. De desenhistas o país vai bem… mas e… roteiristas…? Lembro duma frase genial que lí séculos atrás (acho que era do Cerito) que dizia mais ou menos que “uma HQ antes de ser Quadrinhos, é História”. E aí?

Nostalgia do Terror – http://www.nostalgiadoterror.com/
Taí algumas HQs de terror, online. Material dos bons, bons mesmo. Alguns tu chega a chorar de raiva de tão bons. Não se faz mais esta linha de trabalho hoje em dia?

José Aguiar – http://www.joseaguiar.com.br/
Trabalhos do José aguiar – do Quadrinhofilia. Pena não haver uma ou outra HQ online.

Mario Cau – http://www.pieces.mariocau.com/
Bota foda as histórias desse cara. Vá dar uma olhada.

Bodega – http://www.leonardosantana.com.br/loja/ProdutosLoja.aspx
Quer comprar uma revista independente? Ou fanzine mesmo…

O Divulgador – http://odivulgador.zip.net/
Blog com notícias e lançamentos – muito mercado nacional. Lexy Soares teve a boa vontade de apresentar 10 Centavos lá e deixou uma criança feliz.

Blog dos Quadrinhos – http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/
Um clássico. Gosto dos textos e da forma que são apresentados lançamentos sobre (ou de) HQ

HQB Universo HQ – http://universohq.com/quadrinhos/news_brasil_indice.cfm
O lado brazuca do universo HQ.

Infernotícias – http://infernoticias.blogspot.com/
Atualizações sobre o universo do terror (horror?), ficção & fantasia, quadrinhos, música e afins. Muito bem feito. 10 Centavos foi anunciado lá. Falando nisso… Onde se encontra HQs de terror/horror online?

Alisson Borges (Reencontro) – http://www.webcomix.com.br/webcomix/templates/interna_revista.html?id_revista=13&id_pagina=73
Não sou muito de mangá, mas só pelo fôlego deste cara, vale a pena dar uma olhada.

Desvio – http://desvio.art.br/
Eu não gosto de nada nesta vida, muito menos de tiras ou cartuns. Mas A. Moraes e J. Okada são hilários neste trabalho.

Arteiro Verde – http://www.arteiroverde.blogspot.com/
Webcomic em produção. Vai ter gás assim na… hum. Eu gostaria de ter um gás assim.

Diálogo com a Morte
Primeira, segunda e terceira versão para um mesmo roteiro. Gostei.

Yangoverso – http://yangoverso.blogspot.com/
Duas HQs onlines.

Nova Hélade – http://novahelade.homemgrilo.com/
Não sou o único maluco que vai colocando HQ página a página. Muito legal a a nova versão da terra dos helenos. Me deu uma saudade de Dreadstar.

Ervilha – http://www.mediafire.com/?ml10nzle2km
Eu não gosto de ler em PDF. Mas é um puta trabalho.

Soldado – http://www.rodrigosoldado.xpg.com.br/
já disse que não gosto de um monte de coisas? Bom. Eu não gosto deste tipo de desenho, mas gostei disso, disso pt 1 e disso pt 02. Não gostar é uma coisa. Se fechar é outra. Tem também o blog do cara, que me lembrou do Viko Loco.

The Major – http://www.themajor.org/
Achei duas HQs lá. Impressionante a qualidade de ambas.

Contos em Quadrinhos – http://contosemquadrinhos.blogspot.com/
Histórias em quadrinhos ao estilo conto“.